sábado, 26 de setembro de 2009

Barulinho & amizades que mudaram

Fim de semana passado, fui finalmente ver o Barulinho – espetáculo infantil das Chicas – lá no Teatro das Artes no Shopping da Gávea. Como não podia deixar de ser, a qualidade da música estava impecável, eu me diverti tanto quanto a Débora. Ela adorou receber os esguichos de água e disse ter gostado mais da menina de macacão (Isadora), suspeito dessa preferência por causa da música da “velha” rsrs – canção que ela mais gostou.
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Não é estranho quando você tem um amigo que durante um período da sua vida, foi um de seus melhores amigos, e no presente se constata que a pessoa que ele se transformou não é mais aquele que você adorava? Ele vem com um papo rasteiro, festeiro, mas que não te toca, e eu não consigo mascarar esse novo sentimento, meu rosto me denuncia.

E outros me tratam como mãe, contam tudo sobre o seu dia e não se preocupam em perguntar como você está, assim eu não consigo me relacionar. Relacionamento sem troca substancial eu dispenso.
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Só consegui ver House hoje, 4 da manhã, que vida ingrata!

2 comentários:

MisterJaPa disse...

As pessoas são estranhas. Elas mudam muito, e com isso a amizade. Entendo o que vc diz sobre amigos que não são mais tão amigos.

O jeito é aproveitar enquanto ainda são amigos. Ultimamente tenho pensado muito em 'o que vou fazer qnd não for mais assim?' e penso em aproveitar enquanto é. Mas a verdade é que é muito difícil, o valor das coisas é maior quando vc as perde.

É como um barulho incômodo que vc só percebe quando ele para. Ele sempre esteve lá, sempre foi parte da sua vida, mas vc só percebeu ele quando ele não estava mais lá.

É difícil viver o presente pensando no futuro.

Cla452 disse...

Pra mim parece mais viver o presente pensando no passado hehe