segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Acredite

Foi você o sonho mais lindo que eu sonhei
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sábado, 6 de setembro de 2014

Hugo nunca dormiu fora de casa

Ler é procurar a origem *
06/09/14

Sinto vontade de rir e
rio de suas palavras
Como seu argumento é clichê?!
E me parece fora de contexto;
num mundo em que o conhecimento está
todo aí, disponível,
para engolirmos e
nos curar de nossas queixas.

Nossas doenças são reflexo de quem
estamos sendo. O Remédio?
Busca e acharás.

* Frase de José Castello, no Prosa e Verso de hoje, sobre a poesia de Paulo Sott.
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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Página 64

“49- Como definir fisicamente um conflito que emerge de nosso lado inconsciente?
RAMATÍS – Se o indivíduo pudesse observar melhor suas reações físicas, teria uma visão panorâmica de seus conflitos. Tudo aquilo que consta em nosso reservatório psíquico e que não ganhou uma elaboração, é periodicamente projetado para o lado consciencial com o objetivo de que o próprio indivíduo sinta, avalie e se liberte compreendendo o conteúdo que veio à tona. Muitas vezes, um conteúdo que simboliza algo que fora mal resolvido, ao ser projetado para o lado consciencial provoca uma profunda sensação de mal-estar, que se ignorada, mais adiante será novamente remetida ao consciente com sintomas mais densos, até que o indivíduo busque a causa que lhe gera estes sintomas. É a prova de que o corpo acusa quando não estamos bem psiquicamente. Por isso a importância de uma constante higienização mental através das terapias ou das técnicas meditativas. Na certeza de que a doença física é consequência de doença mental, podemos manter tratamentos profiláticos, evitando grandes sofrimentos.
                Adotando um conjunto de hábitos simples, a humanidade poderá conquistar a linha de equilíbrio que tanto busca, sem com isso pagar preço muito alto!"


RAMATÍS. As flores do Oriente. Limeira, SP: Ed. Conhecimento, 2000.  

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

1 em 3 tweets

Dia cheio, dia vivido.
Sol de setembro, seus raios
Para meu deleite.
Sem amarras, poetizo.
Um ponto,
Um conto,
Reconto: aumento.
O dia foi
.
O dia foi longo
Não cabe aqui,
nem em mim
Invade, se esvai enfim
Lua de setembro, enfeitiça-me
Embala o sono ressonado
Ecoa ondas salgadas e
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Perdoa minhas travessuras.

domingo, 31 de agosto de 2014

Cair e levantar

“O segredo supremo devia ser contado ao ministério; primeiro, que as árvores estão vivas; depois, não existe crime; depois, o amor, o amor universal, murmurou, arfando, tremendo, extraindo penosamente essas verdades profundas que exigiam, tão fundo estavam, tão difíceis eram, um esforço imenso para enunciar, mas o mundo estava inteiramente transformado por elas, para sempre.” (pág. 80)

WOOLF, Virginia. Mrs. Dalloway. Porto Alegre, RS: L&PM, 2012.   
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Falha humana
30/08/2014
Ouço ao longe uma voz
Um lamento que me dói no peito
Uma súplica fraca e humilde
Um irmão
Inerte me mantenho, entre os meus
Sem ação ainda, permaneço
Mesmo sabendo que é dever atender
Calo
Mesmo sabendo que é pior estacar
Falho em Teu nome
Falho uma segunda vez ao negar
E o erro permanece
Eterno?
Meu erro,
Nosso erro.
Perdoa-me, irmão, porque falho.

sábado, 30 de agosto de 2014

Futuro

Em apenas um quarto de hora, naquela manhã nublada, todo o seu futuro fora traçado, ou melhor, esclarecido. Parecia loucura. E fazia sentido. Sentia como se fosse certo, os planos aconteceriam da forma imaginada e o melhor: sem medo.
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- Viu como sou honesta? Entreguei o dinheiro que encontrei, e era dela. Imagina precisar pedir dinheiro para almoçar?
- Podemos ir além? Se ela fosse uma desconhecida, você ainda tomaria essa atitude?
- Certamente.
- E se ela fosse um desafeto?
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Vida

O menino de três anos disse
sobre o velho
que ele era muito velho,
mas que ainda não estava morto.
Às vezes receio que
de mim ele diga agora
que já ando muito morto
mesmo sem ainda ser velho

Poema de Pedro Lenz tirado do “Prosa e Verso” de hoje.
Esse poema tem um ar familiar...

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Tim Green

O corpo reflete a alma: inchada.
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O sol me basta.
Abro os braços de olhos fechados em direção à luz, ao calor.
Sei que me basto – o sol fulgura.
Reflito o que de melhor escondo; camada após camada me recarrego de tua energia,
Ativo o que já há em mim.
A água me basta e procuro o sol, a luz, e estou completa.
Broto, transcendo o mundano.
O mundo não me é suficiente, preciso de mais e busco.
Sou a semente do que você desconhece, do que lhe fará se deslumbrar.
Mas, ainda, você, não me reconhece.
Sou o que você resiste, não resista.
Viva a vida. Não tenha medo de desbravar.
Coragem, avante!
Viva a nova vida: doar, doar, doar.
 Cada presente um sopro divino.
Um olhar deslumbrante adiante, além do alcance.
“Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados”.
E choramos por nos conhecer mais a fundo,
Por nos perceber vivendo limitações, erros e vícios.
Naturalmente a escolha foi feita;
Não de forma fácil, mas como uma onda que vai e volta em um recipiente fechado, buscando qualquer fresta para escapar à prisão e se juntar às outras gotas do grande oceano,
Que é um só, separado por terras,
Pelo pó, pelas belas rochas que nos sustentam.
Porque não consigo fechar os olhos?
Nessas águas turbulentas para onde vou?
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Avisto férias, senhor, ali na esquina!