sábado, 31 de dezembro de 2011

Posso me entocar?

De tempos em tempos, eu tenho que me lembrar que não depende só de mim e que faço o melhor que posso. *matando a ansiedade*
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Atinjo uma visão analítica, como se pairasse no ar. Peso defeitos e virtudes e a balança dos defeitos pesa mais. Percebo que não basta uma boa liderança, as más tendências sempre aparecem. Um terceiro pouco pode fazer. O trabalho árduo é do próprio indivíduo que nem percebe a lama que carrega consigo, sujando onde toca. Triste quadro. Triste realidade de quem gostamos.
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Minha própria lama pesa.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Correr o mundo

Observo os números no relógio, hipnotizada. Olho fixamente como se ali estivesse alguma resposta, mas não há nada, apenas números. São 17 horas, os algarismos acabaram de mudar. Talvez os números contenham respostas sim, eu que não consigo enxergar. O tempo sempre avança, assim como as horas. As horas são o tempo, e nunca retrocedem...imagina se pudéssemos escolher reviver o passado, talvez escolhêssemos viver o passado continuamente e não andaríamos para frente. Tenho fome de mundo, quero caminhar pra frente, mas querer não é poder, existem obstáculos. Racionalmente entendo, mas não sinto o que raciocino. Faltam instrumentos, falta sentir o caminho que percorro. Antes era difícil estar aberta, ser diferente a cada segundo, hoje, estagno e já não sei ser estagnada. Tenho fome de fluir, correr o mundo.
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Com mais frequência, sei exatamente do que os personagens de livros e filmes falam, porque eu sinto. Uma lembrança de já ter estado naquela situação, de ter sentido aquelas emoções, chego a completar o pensamento do outro, concluo juntamente, e sinto-me unida com algo, vivida, torno-me una.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Amigo Oculto?

Aqui em casa nós temos que nos esforçar muito para ganhar nossos presentes. Depois de muitos anos fazendo o amigo oculto de forma tradicional, fomos modificando para tornar mais divertido.

Por alguns anos, passamos a camuflar os presentes, que eram colocados dentro de um grande saco, a pessoa tirava um, se fosse o seu, ótimo! Caso contrário, hora de pagar a prenda! Com o tempo fomos incrementando a atividade com mímicas, e as camuflagens foram ficando cada vez mais elaboradas.

Neste ano, chegamos à conclusão que dois sacos são necessários, um para cada parte da família, meu pai não agüentava mais tirar presentes do saco que pertenciam à nossa parte da família e não da outra. Rs

Mas engraçado mesmo é a bagunça! Tirávamos um papel e podíamos apenas falar uma palavra que lembrasse a personalidade/personagem. Quando falaram “barbudo”, ninguém pensou no Papai Noel, três pessoas gritaram ao mesmo tempo “Lula!”, forçando duas pessoas a ceder a vez.

As meninas começaram falando “jogador de futebol” e depois não tinham certeza se era ou não, resolvemos tirar outro papel, mais pra frente descobrimos que era o “Zagallo”, mas nunca acertaríamos assim. Eu acertei quando a Nat falou “engolir”! rs

A melhor da noite foi da tia, “trabalha muito”! Mas isso é muito amplo! As meninas resolveram ajudar “Jornal Nacional”, duas palavras, por sinal, aí que acertamos o William Bonner (ele já tinha sido mencionado uns minutos antes, em outra situação)! E a Simone, “ele trabalha muito? Faz o jornal em algumas horas, eu que trabalho 10 horas, trabalho muito”, e a tia comprou a “briga”. “Ele vai cedo pro jornal, trabalha o dia inteiro!” rs E meu tio, “Dona Maria, como você sabe tanto sobre a vida do William Bonner? Assim eu vou ficar preocupado!” Muito bom!

sábado, 24 de dezembro de 2011

Votos

Muros a baixo? [2] *more or less*
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Tiago: a Clarissa é tão desanimada. *sujo falando do mal lavado* xD
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Porque o Natal não é só ganhar presentes, desejo aos leitores do blog, amigos e outros que esta noite com suas famílias seja agradável, amorosa e tranqüila, com aquela sensação de que existe esperança, de que estamos protegidos e acolhidos.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

You take a deep breath and *

“(...) Quem não tem cão caça com gato. Quem não tem gato caça sozinho. Quem não tem rua caça palavras. Quem não tem liberdade inventa a sua.” (pág.106)

“(...)‘Eu queria te encontrar, mas você não tem rosto... Eu queria dançar contigo, mas você não tem pernas. Você não tem pernas e dança descalça, é possível? Você deve ser louca. Você é louca porque você não existe. Eu queria pegar na tua mão e brincar com os teus dedos, mas a sua mão é cheia de tamanhos... Eu queria botar o teu rosto na palma da minha, esfregando a orelha com as minhas unhas, mas você não para quieta nem para descansar um tantinho... Ah, você não para. Você passa por mim e não para, e me deixa plantado com a miragem dos teus sapatos. Eu queria te pegar descalça, despida de tantas sandálias, pra botar seu pé no meu colo e coçar devagarinho o peito dele, apertando os dedões e os dedinhos... mas você não para de correr, de dançar, de pular, mas você não para! Eu queria te abraçar de leve amarfanhando nervoso a tua blusa, mas você não parece feita de pano, nem de carne e nem de osso. Eu queria mergulhar nesses cabelos até a cintura, cheirar o seu cangote até ficar doidinho, mas... eu conheço apenas a sombra dos seus cabelos.’ (pág.114)

BERNARDO, Gustavo. Pedro Pedra. Livraria Taurus Ed. - RJ, 1982.
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21/12/11: Não vejo a hora de respirar.
22/12/11: Respirando. <3
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* Fifteen – Taylor Swift

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

#surpresasde2011

> Rinite alérgica
> Caio Fernando Abreu
> Fibroma Ossificante Juvenil Trabecular
> A Idade da Razão
> Revectina
> Fran Lebowitz
> Erich Fromm
> E.M.
> 3 de setembro
> Cops & Robbers
> “Ela procura estimular o potencial de cada um”
> Um Lugar ao Sol
> Alexandre
> Concurso BB 2011/3
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Pluri

“Não se pode consumir muito se se sentar tranquilamente e ficar lendo livros” (pág.74)

HUXLEY, Aldous. Admirável Mundo Novo. São Paulo: Abril Cultural, 1980.

Sou um peso morto para a sociedade de Huxley e para a atual.
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É com estranheza que reconheço que um mês sem a ansiedade de ver #castle me agrada.
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- Ceia de Natal. Sobremesa. Sugestão.
- Mãe, você esqueceu como se faz frases?
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Diana: Espera, Dona Ângela! Como diz o Seu Germano tudo tem um porquê!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Quereres distantes

12/12/11

Naveguei mares por você.
Preocupei-me quando não o vi.
Fingi que era mentira.
Esperei ouvir sua voz, suas desculpas.
Queria ler o seu nome, falá-lo alto.
Até que aconteceu o que eu ansiava.
As palavras foram ditas rapidamente, como se lhe doessem.
Queria eu que aqueles segundos durassem o máximo possível.
Que se alonguem os instantes!
E quando acabou, eu sorria feliz, ainda aérea.
Apesar de saber que nada era certo.
Você lá e eu cá.
Além tantos mares.
Tantos portos que passamos e já pertenciam ao passado.
Tantas conversas que travamos sem o seu conhecimento.
O tanto que eu já lhe havia dito, sem resposta.
O encontro que nunca se daria porque andávamos em círculos.
Quem sabe se andássemos a esmo, nos esbarrássemos um dia?

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Impraticável

Fico aqui pensando...que esses instantes de entorpecimento são para o meu próprio bem. Talvez sentir o tempo todo possa levar as pessoas à loucura. E quem quer ficar louco(a)? Eu não. Apenas observo a vida sem conseguir responder, sem conseguir me engajar ou mergulhar em qualquer mundo.
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“– Considerem suas vidas – disse Mustafá Mond. – Algum de vocês já encontrou um obstáculo intransponível?
A pergunta foi respondida por um silêncio negativo.
– Algum de vocês foi obrigado a passar um longo espaço de tempo entre a consciência de um desejo e sua satisfação?
– Bem – começou um dos rapazes, e hesitou.
– Fale – disse o D.I.C. Não faça Sua Fordência esperar.
– Uma vez tive que esperar cerca de quatro semanas até que uma garota que eu desejava me permitisse possuí-la.
– E você sentiu uma emoção forte por isso?
– Horrível!
– Horrível; precisamente – disse o Dirigente. – Nossos antepassados eram tão estúpidos e de visão tão limitada que, quando os primeiro reformadores surgiram e propuseram libertá-los dessas horríveis emoções, não quiseram tomar qualquer compromisso com eles.”(pág.69)

HUXLEY, Aldous. Admirável Mundo Novo. São Paulo: Abril Cultural, 1980.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Love? Where?

Eu sei como é ser escrava da paixão. Eu sei como é sentir-se feliz num momento e egoísta logo em seguida. Angustiante não poder salvar o outro com o amor porque ele se extingue, a vontade que não chega nem perto de ser amor, a vontade que frustra o outro e a mim também. Como cultivar o que não se tem? Como fazer brotar aquilo que passou por nós e foi embora?
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“Se a Clarissa que põe defeito em tudo recomendou, essa peça deve ser boa mesmo!” (meu tio sobre a peça Não me diga Adeus, no CCBB RJ até janeiro)
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Nosso Lar virou Astral City. Doidera.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Cães e homens

19. – O homem que só pelo instinto agisse constantemente poderia ser muito bom, mas conservaria adormecida a sua inteligência. Seria qual criança que não deixasse as andadeiras e não soubesse utilizar-se de seus membros. Aquele que não domina as suas paixões pode ser muito inteligente, porém, ao mesmo tempo, muito mau. O instinto se aniquila por si mesmo; as paixões somente pelo esforço da vontade podem domar-se. (pág.80)

24. – Nos seres inferiores da criação, naqueles a quem ainda falta o senso moral, em os quais a inteligência ainda não substituiu o instinto, a luta não pode ter por móvel senão a satisfação de uma necessidade material. Ora, uma das mais imperiosas dessas necessidades é a da alimentação. Eles, pois, lutam unicamente para viver, isto é, para fazer ou defender uma presa, visto que nenhum móvel mais elevado os poderia estimular. É nesse primeiro período que a alma se elabora e ensaia a vida.

No homem, há um período de transição em que ele mal se distingue do bruto. Nas primeiras idades, domina o instinto animal e a luta ainda tem por móvel a satisfação das necessidades materiais. Mais tarde, contrabalançam-se o instinto animal e o sentimento moral; luta então o homem, não mais para se alimentar, porém, para satisfazer à sua ambição, ao seu orgulho, à necessidade, que experimenta, de dominar. Para isso, ainda lhe é preciso destruir. Todavia, à medida que o senso moral prepondera, desenvolve-se a sensibilidade, diminui a necessidade de destruir, acaba mesmo por desaparecer, por se tornar odiosa. O homem ganha horror ao sangue.

Contudo, a luta é sempre necessária ao desenvolvimento do Espírito, pois, mesmo chegando a esse ponto, que parece culminante, ele ainda está longe de ser perfeito. Só à custa de muita atividade adquire conhecimento, experiência e se despoja dos últimos vestígios da animalidade. Mas, nessa ocasião, a luta, de sangüenta e brutal que era, se torna puramente intelectual. O homem luta contra as dificuldades, não mais contra os seus semelhantes. (pág.83)

KARDEC, Allan. A Gênese. FEB, 1973.
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A ansiedade da separação

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Castello sobre Pamuk

Todo sábado eu leio a resenha do José Castello no Prosa & Verso do Globo. O livro da vez era “O Romancista Ingênuo e o Sentimental” do turco Orhan Pamuk.

Alguns trechos muito me interessaram, como:

“(...) Ingênuo seria o leitor que, enquanto lê, não se preocupa com os aspectos artificiais do que lê. Simplesmente se entrega, acredita com inocência em sua história e nela se dissolve. Já o leitor sentimental tem consciência dos artifícios da ficção, sabe que a literatura é uma máquina de ser e não se deixa iludir com a sua aparente inocência. De um lado, a entrega. De outro, a reflexão e a suspeita. Qual o leitor ideal? (...) ideal, sugere Pamuk, é o leitor que oscila entre as duas posições, se entrega à fantasia, mas não abdica de duvidar”.

“(...) Lemos não na esperança do conhecimento; lemos, unicamente, para nos impregnar de suas ‘atmosferas’, de sua visão retalhada do mundo, dos pequenos terremotos que se escondem entre suas páginas. O leitor moderno lê na esperança de chegar não a uma firme estrada de respostas, mas a um instável ‘centro’ ficcional. Isto é: de chegar ao coração do romance. Recorda Pamuk, aqui, a fórmula é simples, mas devastadora, de E. M. Forster: ‘o teste final de um romance será nosso afeto por ele’”.

“(...) Argumenta Pamuk: ‘um romance é uma estrutura única que nos permite ter pensamentos contraditórios sem constrangimento e entender diferentes pontos de vista ao mesmo tempo’. A ficção nos permite ser ambíguos, indecisos, paradoxais. É do paradoxo e não da afirmação, que as afirmações retiram sua potência”.

Resenha na íntegra.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Casa da Ciência – Profissão: Repórter (1975)

Alguns filmes precisam de um pouco mais de força de vontade para serem assistidos, lembro que foi assim com “Solaris”(1972). Com este filme do Antonioni, percebi uma certa ansiedade por parte de alguns, tédio por parte de outros, vi gente dormindo, vi gente saindo com 15 minutos de filme. Eu fiquei lá, firme e forte, e a palestra não poderia ter sido mais proveitosa!

O professor Paulo tinha como tema “a relação sujeito-objeto” e fez algumas colocações antes de abrir para o debate. Começou descrevendo o filme como um falso filme de ação, espionagem e road movie. Temos o personagem principal, Locke, buscando encontrar uma identidade para si; insatisfeito consigo mesmo rouba a identidade de outro, ao invés de se reinventar.

Locke não consegue se desvencilhar da angústia diante da banalidade do cotidiano e enxerga no outro uma vontade de viver que lhe falta. Não consegue se conectar com a sociedade, e procura, na troca de identidades, fugir do esvaziamento, busca reintegrar-se ao mundo, mesmo estando sem desejo. Ele inveja o pragmatismo no outro e que não consegue assumir.

Falou-se ainda do deserto como o locus existencial, que representa o esvaziamento sentido por Locke. A mocinha poderia ser uma possibilidade de salvação, mas Locke sente que é tarde demais. Algumas pessoas enxergaram o final do filme como uma redenção e outros como um fracasso. Têm-se três mortes: a existencial, a civil e a física. Achei curioso que o Locke morre da mesma forma que o Robertson, aquele de quem ele roubou a identidade.

Uma cena bastante curiosa é a da esposa que não reconhece o Locke ao vê-lo estirado na cama, e a mocinha o reconhece. O filme claramente representa um sentimento de uma época que precisava desesperadamente de novos valores e motivos para viver, acredito que os otimistas tenham encontrado algo, já os pessimistas...
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Palestrante Paulo Domenech Oneto, Doutor em Filosofia pela Univ. de Nice, França, e Literatura Comparada pela Univ. da Georgia, E.U.A., professor da Escola de Comunicação da UFRJ -ECO/UFRJ

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Bumerangue

Comecemos do começo.

No almoço de sexta-feira estávamos os cinco presentes. Almoço em família. E ao final, relembrávamos como era engraçada a brincadeira do telefone sem fio. Dali a pouco a Débora já se animava, “vamos brincar!”. Ela falou no meu ouvido a palavra “óculos”, e eu impliquei, “não, uma frase”.
- Certo. Os óculos.
- Mas assim você só colocou um artigo!
- Ok, ok.
E sussurrou no meu ouvido:
- Você é chata!
Passei pro meu pai que passou pra Nat que passou pra minha mãe que passou pra Débora. Nós já ríamos da situação porque ela seria a última a ouvir. Ela ficou revoltada.
- Viu, tudo que vai volta. Uma lição pra sua vida!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

sábado, 3 de dezembro de 2011

Hah...

- O que tem de almoço?
- Amor!
- Ih, vou morrer de fome.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

I am Sam

Sonhei, noite dessas, com a Dakota Fanning no Maranhão. Foi algo tão aleatório! A parte da Dakota eu até entendo porque lembro de ter lido a palavra “fanning” em algum texto o que me remeteu a ela, mas o Maranhão, eu realmente não faço ideia de onde tenha vindo rs Acho que era tipo um concurso de Miss no Maranhão. O.o

Por falar na Dakota, eu acompanhava os filmes dela e acho que até já postei algumas críticas de filmes e da sua atuação. Tem um tempo que deixei de acompanhar por discordar das escolhas de filmes e até pela falta de evolução na atuação dela (opinião minha). Fui então visitar um site sobre ela, que há tempos eu não checava, e me deparei com o vídeo de uma entrevista recente. Acho que um dos motivos que me fazia gostar dela – o seu jeito despretensioso, não esnobe ou arrogante de ser, continua presente.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Convocações suspensas

Mensagem do sindicato sobre o assunto em comunidade do Orkut.

"Sim verdade o banco suspendeu as convocaçõs de 17/11 a 31/12, a principio ja haviam 3 turmas convocadas cerca de 70 novos funcis no Paraná, que ja tomaram posse dias 21/11, 28/11 e ainda teremos posse dia 04/12, ja que todos esses novos funcis foram conovocados antes de 17/11 dia deste informe interno do Banco.A principio o banco veio com uma desculpa que necessitava conter despesas neste final de ano, e que voltara as convocações em janeiro/2012, mas todos sabemos que mesmo o banco cada vez mais querendo reduzir despesas , mesmo com lucro subindo na casa de 13 bilhões (estimativa para 2011) , os acionistas querem cada vez menos despesa mesmo.Mas não é essa a questão como sabemos no sindicato, soubemos tbem que todas as ferias de altos executivos do banco, foram suspensas ate o final do ano, isso e a suspensão de novas convocações, deve ter relação com a discussão e implantação do banco ate janeiro ou fevereiro de 2012, da jornada de 6 horas para alguns cargos comissionados que hoje são de 8 horas. Os sindicatos tem diversas ações de 7a. e 8a.horas ganhas na justiça em diversos estados, o que vem dando um enorme passivo trabalhista e com isso e o pedido dos sindicatos da jornada de 6 horas para quase todos os cargos dos bancarios , o Banco devera apresentar um pacote com essa redução com muitos onus para os bancarios. Acredito que para que esse pacote seja apresentado o banco necessita que esteja estagnado no numero de funcionarios, ou seja saber quem realmente esta no BB, e quais os cargos. Devem retomar logo em janeiro/2012 as novas convocações, ate porque os sindicatos, federações e a Contraf, ja devem estar esperneando reclamando dessa situação de espera."