sábado, 2 de janeiro de 2010

Encantador de pessoas

Essa semana eu comecei a esboçar um entendimento sobre as necessidades do meu corpo e espírito para viver uma vida equilibrada. Assim como o “encantador de cães” fala de exercícios, disciplina, limites e afeição (nessa ordem), eu começo a enxergar a importância de seguir uma vida equilibrada para me sentir bem. É claro que eu já sabia de tudo isso, mas estando agora de “férias” nessa semana de Natal e Ano Novo, eu senti muita falta de meu exercício semanal (hapkidô) e um propósito (antes a faculdade, hoje os concursos).

Eu fico frustrada de não ter o que fazer, uma obrigação sequer, me sinto mal de me sentir a toa. E a psicologia canina me inspira a adaptar conceitos simples dos cães para a minha própria vida. Não faria mais sentido utilizar psicologia humana?, você poderia pensar. Eu gosto de pensar nas pessoas como energia como o Cesar define, e a psicologia canina é mais prática, mais instintos, mais reação. É de abrir os olhos, perceber que os cães ficam agressivos e frustrados quando não saem para passear, e eu sinto a mesma coisa quando não faço exercícios, por isso a identificação.

Nessas duas últimas semanas, eu só tenho feito o que quero, sinto como se me premiasse sem motivo, de graça. Prazer pelo prazer. E isso me estraga.

Um comentário:

MisterJaPa disse...

interessante, me deu a sensação de 'não sabemos o que queremos'.