sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Você acredita no amor?

Cara, hmmm, deixa eu ver, tipo...ah, sei lá. Não é bem o tipo de pergunta que você responde na lata assim “sim” ou “não”. Bom, a não ser que você esteja apaixonada ou desiludida, ae fica fácil rs

Pensando assim, racionalmente, eu gostaria que existisse. Não que eu esteja assumindo a posição de que não acredito. É que o sentimento é tão abstrato. Eu já gostei de pessoas, mas olhando agora, era sempre algo meio obsessivo...o que acredito não ser muito saudável. Eu tento valorizar mais o amor fraterno porque o amoroso é muito complexo. E eu não o entendo, isso eu afirmo.

Eu tenho uma idéia do que eu gostaria que fosse, mas é tudo fantasia, utópico, irreal. Eu tenho uma idéia de amor, mas ela não condiz com que existe hoje, é algo anacrônico. Já me disseram que eu nasci na época errada. Eu sou conservadora com algumas coisas e isso atrapalha que eu encontre esse amor mesmo perto de mim. Por isso às vezes eu duvido, mas eu não nego que sou uma romântica...às vezes.

Eu na verdade fico na dúvida porque não consigo afirmar para mim mesma que eu posso amar, eu acredito que posso, mas ainda não encontrei ninguém que me fizesse sentir isso, mas não foi por falta de tentativa...Eu só acho que umas pessoas têm mais facilidade para amarem do que outras. Eu me encontro no segundo grupo, das outras. Entre aprender com um amigo e aprender com um namorado, eu prefiro com o amigo, porque os jogos são diferentes e você tem que confiar. Ae já vira algo impossível. Texto chato esse, sem conclusão e mais dúvidas. Culpa do Pedro José.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Semana Power

Essa semana foi power de sábado a sábado. Teve festinha na Barra dia 6, churrasco de despedida em Terê para o pessoal da turma que vai pra Portugal, cinema ‘segunda irresistível’, aula, estágio, hapkido, mais aula, mais hapkido, praia amanhã, estágio e festinha da segunda despedida da Livinha no sábado. Ufa! Assim nem tenho tempo de atualizar meu diário de estágio, ou mesmo ler os textos da faculdade, nem ter inspirações ma-ra-vi-lho-sas para o blog. Ae fica uma postagem assim, com muita descrição e pouca criatividade.

Culpa do acelerador de partículas! Eu serei a primeira a criticar os cientistas quando essa parada criar mesmo um buraco negro que vai engolir a Terra. Mas não se preocupem, isso só deve acontecer lá pra 2012, quando está previsto o apocalipse.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Chute no estômago e soco na cara

O choque do real. Os estudiosos da realidade sabem do que estou falando. Nossa vida respira e transpira o que está na mídia e ela cada vez mais procura formas de nos chocar. E não poderia ser diferente com o cinema, aliás, ele é o grande exemplo da nossa realidade do choque. Refleti sobre tudo isso a partir do dito cujo, um filme, “O nevoeiro” para ser mais exata. Cara, minha mãe disse que esperava que não tivesse pesadelos com o que acabávamos de presenciar. Saímos do cinema meio abobalhadas, de boca aberta, olhos vidrados, chocadas. Durante o filme todo fizemos comentários e analisávamos as metáforas do que se desenrolava a nossa frente. E eu extraí as seguintes posições do filme:

A esperança é a última que morre.

Os militares são uns filhos da puta, fazem a merda e depois têm que limpar.

Nós somos os monstros.

Os fanáticos têm que morrer.

No desespero o ser humano vira animal (não que isso não aconteça naturalmente, fora do desespero).

Apesar das reflexões que o filme proporciona, eu não veria de novo, é do tipo pesado demais para mim, psicologicamente, o pior tipo, diga-se de passagem. Antes de terminar minha mãe disse que tinha lido que o final era aterrorizador. Esperamos ansiosas e fomos surpreendidas. Se eu fosse o cara, eu ficaria maluca depois do que aconteceu, apesar de achar o final inverossímil dentro da verdade do filme, forçou um pouco, mas não deixa de ser perturbador.

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Era pra ter postado ontem, mas a Internet voltou só agora! Por favor, não nos deixe mais! rs

sábado, 6 de setembro de 2008

Fragmento de uma ficção

(...) “Esse primeiro mundo foi apelidado de ‘O mundo sem homicídios’, e o motivo é surpreendente. Neste mundo, a lei de causa e efeito é ensinada e aprendida muito cedo, pois é imprescindível conhecê-la para sobreviver. As pessoas prezam a vida e preocupam-se com o próximo como se fosse a sua própria vida, o que não deixa de ter um fundo de verdade. O que acontece é que se você matar alguém, a pessoa mais próxima de você morre. No início era difícil, até os cidadãos perceberem a relação, demorou um certo tempo, e foi um aprendizado bem doloroso. Se você fere alguém intencionalmente, seu ente mais querido sentirá a mesma dor. Perguntamos se eles achavam aquilo justo, e a resposta veio sem temores: seria injusto se não houvesse punição para o culpado. É uma lei natural que não erra, algo impossível de ser estudado além do óbvio que já sabemos. Se alguém atropela outro e não presta socorro, a reação é certeira, mas se você faz o seu máximo para redimir-se e ajudar, nada de ruim acontece. A preocupação com o outro é enorme. Especulamos que talvez a ausência deste fenômeno tão perceptível e direto possa evoluir ou regredir, no sentido de que pode acontecer em outros mundos e não ser tão visível; ainda estudamos a possibilidade dessa ocorrência neste nosso mundo”.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Bezerra de Menezes: Diário de um espírito (crítica)

Você só pode criticar um filme depois de vê-lo; certo, nenhuma novidade. Por isso apesar das críticas ruins do filme eu quis ver com os meus próprios olhos, e constatei o que já se tinha constatado, é um consenso: o filme é muito ruim. Péssimo. E tenho alguns pontos a colocar.

Primeiro que o Adolfo deve estar se remexendo muito no plano espiritual, porque na cova ele não está hehe Achei um insulto a forma como o filme foi feito, e as pessoas que gostam do kardecismo têm toda a razão de sentirem-se frustradas e não acreditar num próximo filme espírita que venha a ser feito. Poupem-nos, por favor!

Achei o filme pouco informativo, nada dinâmico, aqueles mesmos movimentos de câmera de novela da Globo, atuações sofríveis, sem fluxo narrativo. Algo muito mais interessante poderia ter sido feito, algo mais com cara de documentário do que a dramatização sonífera seria bem-vinda.

Parece o enredo do “Saneamento Básico”, quando a Fernanda Torres aceita fazer um filme de qualquer jeito pra ficar com a verba dele. Sinceramente eles poderiam ter se esforçado mais, fazer algo atual, com mais ensinamentos que tanto nortearam a vida de Adolfo Bezerra de Menezes.

Lamentável, realmente.

Adendo em resposta ao André: a minha crítica refere-se meramente à cinematografia, concordo que a iniciativa seja louvável e posteriormente esta postagem saiu no jornal que era o primeiro filme dos diretores, ou seja, experiência zero.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Decisão mais difícil

Ontem eu esbarrei em um blog com uma postagem sobre as “12 perguntas mais comuns numa entrevista” e uma delas me deixou com a pulga atrás da orelha: Qual foi a decisão mais difícil que você teve que tomar?

Eu fiquei sem resposta e seria pega desprevenida se me perguntassem isso. É óbvio que para um emprego, é interessante que você já tenha uma resposta arquiteta para não se atrapalhar na hora, nem precisa ser verdade, mas falar bem sobre algo que você teve que decidir.

Agora, saindo desse contexto, pensando mesmo em alguma decisão difícil, felizmente eu nunca tive. As minhas decisões se resumem a questões objetivas de prova, ou a que caminho tomar na rua.

Existem momentos emblemáticos, o vestibular, por exemplo, eu lembro de ficar na dúvida do quer fazer, mas nada muito difícil e sofrível, eu não sei também se tem a ver com o meu jeito de encarar as coisas e como me posiciono no mundo. Primeiro que eu odeio riscos, então estou sempre bem coberta, segundo, faço minhas escolhas da forma mais racional possível e não penso com pesar sobre como seria minha vida se tivesse feito outra escolha.

Independente de onde você esteja agora, o universo conspira para você passar por coisas que precisa passar e conhecer pessoas que seja interessante conhecer, as decisões perdem seu peso sufocante quando se tem a visão de que de uma forma ou de outra nada é por acaso.

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Eu não espero que alguém me dê um “serenata do amor”, se eu quero, eu vou lá e compro. Simples assim.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Madonna: Eu consegui!

Eve me ligou ontem de noite pra lembrar do ingresso da Madonna, fiquei tão empolgada que sonhei com isso. No sonho eu comprei o primeiro ingresso VIP, mas esqueci de comprar meia e eu aflita, voltava na bilheteria na esperança de conseguir trocar o meu ingresso inteiro por uma meia-entrada.

Acordei cedo e o plano era sacar o dinheiro e partir para a fila no Maracanã. Eu estava confiante e já tinha decidido faltar a aula para ficar na fila. Eu teria o dia todo, de 12h às 18h para comprar. Agora eu sei que tinham umas 700 pessoas lá (agora li que eram 150 no Maraca e 700 e todos os postos de venda). Minha mãe veio comigo até o final da fila, eram 11h e a bilheteria abriria às 12h. A minha sorte foi que pedi pra minha mãe continuar tentando comprar pela Internet assim que chegasse em casa e me ligar quando conseguisse comprar.

Fiquei 1h30 na fila. A menina da frente tinha vindo de João Pessoa (ou Juiz de Fora, ahh, não lembro agora)...uns caras na fila perceberam que não era fila para jogo e foram embora, e eu lá preocupada quando a vontade de ir no banheiro batesse. Eu devo ter andado uns 10 metros na fila, quando o pessoal do evento nos avisou que os VIPS (2.500 de acordo com e Eve) já tinham acabado. Algumas pessoas começaram a ficar nervosas com a possibilidade não ter seu ingresso garantido por estarem na fila, e realmente não garantia. Avisaram-nos que era um sistema só de venda e que não havia uma cota separada para o Maracanã.

Uns 20 minutos depois minha mãe ligou e avisou que eu poderia sair da fila, que ela havia conseguido comprar e que eu poderia ir pra aula. UFA!!!

Mais tarde, umas 14h minha mãe mesma me ligou (no meio da aula, por sinal) pra avisar que todos os ingressos estavam esgotados!!! Que alívio já ter o meu garantido! Agora é só esperar esperar que entreguem em 45 dias e esperam dezembro chegar =D

Atualizações: Na verdade os ingressos não acabaram!!! Está a maior confusão sobre quantos já foram vendidos...só saberemos com o tempo. E só não acabaram por problemas de congestionamentos na rede.