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segunda-feira, 20 de junho de 2011

4 - 4 = 0

Pergunta: Dizem os evangelhos que houve resistência de Pedro contra a ideia de Jesus lavar-lhes os pés, pois não se sentia digno de tal dedicação. (pág.329)

Ramatís: (...) ‘Desde que vós me considerais o Mestre e Senhor, e eu assim o aceito e vos lavo os pés, deveis vós também lavar os pés uns aos outro, porque eu vos dei o exemplo; e assim o fareis aos vossos discípulos quando vos fizer Mestres. Perante o Pai, o Mestre não é maior do que o servo; nem o servo é maior do que o Mestre. Aquele que lava os pés do discípulo ou do servo é então grande perante o Pai, porque por si mesmo se faz menor”. (João, 13:4-17)

Sublime Peregrino – Ramatís
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Dé: O Pedro é meu amigo!
Cla: Ah, é?! Qual o nome dele todo?
Dé: Pedro Álister, oras!
Cla: Haha! Álister é o nome da banda! =P
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E.M. 1/12

domingo, 1 de maio de 2011

Profusão

Eu até invento bastante do que escrevo, minhas sensações servem de estímulos para criar o que não necessariamente é, mas não consigo deixar de sentir que estou me traindo ao escrever certas coisas. Se bem que nem tem como o outro saber até que ponto é invenção ou não...sou transparente apenas para mim mesma.
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Luto contra meus demônios
que encontram abrigo em mim.
Luto para sair da lama,
batalha difícil –
porque ela acalma o corpo
e me liga à natureza.
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Eu guardo as concessões para aqueles que amo.
Assim os reconheço.
Mas elas são tão inúmeras,
que às vezes nem as reconheço.
Eu queria amar a todos.
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Obrigada álister pelas furadas, elas darão boas histórias para os meus filhos um dia.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Frag-men-tos

“Amanhã tenho prova”
“Num sábado?”
“É do curso de línguas”
“Ah...”
“Você nunca vai adivinhar qual!”
“Árabe?!”
“O.o Como você adivinhou??”
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Eu lhes apresento: Clarice!
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Setlist do show de ontem ^^

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Sonho dormido pra acordar vivido

(Jardim/Alvejante/Álister)

O sonho me liberta
da monotonia
Posso fazer o que quiser
no dia-a-dia

O sonho traz ideias
sensações
Agora tenho mil exemplos
para as minhas ações

Refrão
Tanto me prendia
Tanto me prendia
Agora sei que posso tudo
Tudo
Quando fui dormir
Nada queria fluir
Exaustão prende ideias
Mas depois me vi pensando nela

O inconsciente
guarda pra mim
o que o consciente havia esquecido
Valor mutável
e imutável
Alguns até
questionáveis

Refrão

.........................
Se não me engano, essa música era da Jardim e o Álister a incorporou para si, depois de ter passado pela Alvejante. Eu gosto bastante dessa letra. Vou ver se coloco o vídeo do show de 2008 no YT amanhã; hoje o dia foi bem cheio. Tempo realmente fica escasso às vezes.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Amigos Álister

Não faltam motivos para malhar as desventuras do Álister, mas ontem eu estava tão feliz de rever os amiguinhos que relevei tudo e nada me irritou.

Mesmo tendo eles gastado um tempão fazendo um release na lanhouse, quando deveriam ter feito antes (organização básica, gente!), mesmo quando pra variar o Pedro não sabia o endereço direito. Mesmo que tenhamos ficado esperando um tempão pra poder subir lá no prédio pra falar com a gravadora, mesmo que o cara tenha sido arrogante e prepotente algumas vezes. Mesmo que não tenhamos ido ao cinema como eu queria, mesmo que tenhamos comido pizza quando eu não queria. Mesmo que tenha dado meia noite e ainda estávamos no ônibus descendo o Alto.

Apesar de tudo isso que certamente me irritaria em um dia normal, o passeio foi ótimo! =DD

terça-feira, 8 de julho de 2008

Brincadeira

O que estou fazendo agora: comendo amendoim que foi distribuido na sala hoje.

O que eu deveria estar fazendo: descansando, porque o meu corpo pede.

O que eu poderia estar fazendo: estar no show do Álister no Ziembinski.

O que eu gostaria de estar fazendo: dormindo.

Por que não faço o que eu gostaria de estar fazendo? Dormir 19h da noite é perda de tempo, pra isso existe a noite.

Por que é perda de tempo? Tenho que aproveitar meu quarto enquanto ele é só meu, daqui a pouco ele passa a ser nosso e não meu.

O que eu vou fazer agora: comer tangerina.

Eu poderia ficar aqui eternamente brincando com as palavras e os sentidos que quero dar. Mas a tangerina me espera.

domingo, 25 de maio de 2008

Álister em Só falta mixar

Hoje acompanhei os meninos, mais uma vez, em um dia de gravação da demo, que pelo amor de Deus, deve sair essa semana. A arte do encarte ficou bem legal, passou de mão em mão e deu uns vôos também. Fotos e filmagens foram feitas então podem esperar frutos divertidos, e finalmente saiu a minha foto com o Ricardo! Postarei aqui assim que a receber ;)

Pedro guerreiro, mesmo com aquela voz frouxa, tossindo quase os pulmões pra fora, cantou até não poder mais. Eu fiquei cansada só de ver. Tirei um “cochilo” no já íntimo sofá do estúdio do Vila Musical e saí com os dedos do pé roxo depois que o Ricardo me fez o favor de se jogar no Pedro e me acertar de quebra.

E depois de deixar o caução no estúdio o Tiaaaago tinha que coroar a noite com a história da carteira perdida.

O caso foi que ligaram para o Pedro no meio do ensaio dizendo que haviam achado sua carteira. (Detalhe: acharam o seu número nos papeizinhos de divulgação do “alíster”)Cara, que sorte! Eu a perdi faz um mês!

Você pode vir buscar no ponto final do 607. Certo, mais tarde hoje eu passo ae. E lá vem o Tiago: Cara, eu acho que essa carteira que acharam é minha e não sua. Mas como assim? Acho que perdi hoje no ônibus quando estávamos vindo pro estúdio. O quê? E eu achando que ia achar minha carteira.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Álister em divisão da cama, roncos e volta pra casa

Depois de subir muitas ladeiras de carro, tensos com a altura, a escuridão, o mato e se o carro do Carlinhos ia agüentar tanto esforço, chegamos na casa do Mário e nos preparamos para descansar até 6 horas da manhã, quando iríamos voltar pra casa.

A casa do Mário caiu do céu para nós, era bem bonita e o mais importante era que poderíamos dormir por algumas horas. Eram dois colchonetes e uma cama de casal.

É óbvio que eu bati o pé pra ficar no colchonete sozinha e sugeri que o Carlinhos ficasse no outro, já que ele teria de dirigir no dia seguinte. Claro que eles tentaram empurrar que eu dividisse com alguém, mas isso eu não poderia abrir mão, a dama tem prioridade!

A banda então dormiu na cama de casal. Depois de muito roça, esfrega, ri, cai da cama, agarra (e eu tenho provas físicas!!), os meninos finalmente acalmaram e ficou silêncio no quarto. Mas não por muito tempo.

O Ricardo que nos avisou roncar, não deu sossego! Eu consegui cochilar nos poucos minutos que ele não roncava! O Pedro bem disse que tínhamos de dar um desconto pra ele porque ele estava meio doente, mas não tem essa não! E além dele mais alguém roncou porque eram dois roncos diferentes, mas não se conseguiu descobrir de quem era o segundo. O Ricardo só parava quando o Pedro cutucava ele (rsrs). Mas apesar disso, ninguém ficou assim tão destruído.

A volta foi até tranqüila, perguntamos para algumas pessoas como fazer para sair de lá, e rapidinho já estávamos na estrada. Acho que levamos menos tempo pra voltar, mas pegamos o tal do pedágio. Sete contos do bolso do Pedro. É, foi isso.

Só lembrando que este evento que aconteceu em Mendes foi o 2º. Festival Arte e Rock.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Álister em A perna, a baqueta e a censura

Vocês terão o prazer de ver o Álister em Mendes porque eu gravei 3 músicas deles, e o Pedro falou que pensa em fazer um pequeno documentário da viagem, com o show e alguns dos momentos capturados pela câmera. Vai ficar show de bola!!!

Depois do show o Pedro contou umas 5 vezes como a perna dele começou a tremer no palco e ele teve que ficar em uma perna só, eu não tenho certeza se esse momento foi capturado por mim, mas ele fez questão de frizar a sua incredulidade com o ocorrido. O Tiago arriscou uma razão:

Talvez seja medo de altura, porque esse palco é maior que eu! (=PP rsrs)

Pedro: Nada, o meu problema com a altura é que eu sinto vontade de me jogar, desde pequeno. Eu não tenho medo. (rsrs)

Enfim...depois do show fomos todos guardar os instrumentos no carro e uma menina veio atrás da gente.

Menina: Eu quero uma baqueta!

Carlinhos: Dá a baqueta pra ela, Ricardo.

E o Ricardo com a maior cara de sem graça, visivelmente lutando para não dar a baqueta, cedeu.

Ricardo: Toma uma.

Menina: Mas eu quero as duas!

E ficou só com uma.

O mais interessante nessa história da baqueta foi o papo dos dois(a menina e o Ricardo), um tempo depois, mas que não acredito ser apropriado para este blog, que pretende ser de censura livre (rsrs). O Ricardo mesmo poderia explicar melhor rsrs Conta ae, Ricardinho! Haha

A censura que finaliza esta postagem vai além da censura anterior, e tem a ver com um convite feito a nós antes de irmos pra casa do Mário. Eu só posso dizer que geral ficou TENSO o.O

Nessa altura da noite, eu já estava irritada além da conta, morrendo de frio, querendo um banho e uma cama quentinha. Ficou só no querer. Devia ter dito “eu quero” pro Ricardo, pra resolver o problema.

A próxima postagem será a última com o fim da noite e a volta para o Rio. Aguardem ansiosamente.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Álister em Mendes, o 4º. clima do mundo

Eu não faço idéia do que essa titulação de quarto clima do mundo significa, mas Mendes com certeza tem orgulho disso, porque isto está registrado em a toda a pequena cidade.

Chegamos cedo, com folga, então fomos conhecer os arredores, mas sem nos distanciar muito para não perdermos a pracinha de vista. Com a volta no quarteirão, conhecemos grande parte da cidade, passando por biroscas, padarias, a Prefeitura, um posto BR, a rodoviária, uma Caixa Econômica, um Banco do Brasil, um hospital...e nos perguntávamos se os moradores já tinham ouvido falar em Internet (que coisa feia!!!).

Escolhemos uma padaria a dedo, a “Flor de Mendes” e fomos comer alguma coisa. Conhecemos um dos habitantes muito comuns na cidade: o cão de cinco patas. E não sei porque ele(s) implicaram comigo e toda hora um passavam perto de mim, e foi assim a noite toda! Devia ter uns 7 cachorros ali naquela pequena área.

Quando o amigo do Pedro que convidou o Álister, Mário, chegou, o Pedro já foi se interando se teria lugar para nós dormirmos, e...

Peraí! Dormir lá? Como assim? Eu não vim preparada pra dormir aqui! Eu não vou ficar! Mas realmente era o mais sensato a fazer, já que estaria escuro e a estrada era como dito anteriormente, traiçoeira. E ae começou a parte que me acertou em cheio. Sem banho, sem muda de roupa, mas agora não tinha volta, porque o fim do mundo de Mendes não tem ônibus direto pro Rio e seus horários são poucos. Era arcar com as conseqüências da escolha.

A primeira banda parecia algo como NXZero, Dibob, esses troços, e Álister viria em seguida. Apesar do tempo frio e ameaçando chuva, deu um público legal. As necessidades fisiológicas eram supridas mais ou menos com uso dos banheiros dos bares do quarteirão.

Na próxima postagem vocês saberão mais sobre o show, suas conseqüências e uma parte censurada.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Álister em Como chegar em Mendes?

Eu não consigo entender porque eu continuo a insistir em participar das furadas do Álister. Cada vez que as coisas dão errado eu reforço dentro de mim que devo pensar duas vezes antes de aceitar quando sou convidada. Mas na verdade, não tem jeito, passamos pelos perrengues pra apoiar a coragem e os sonhos de nossos amigos. E por mais que eu tenha ontem me perguntado inúmeras vezes o que eu estava fazendo ali, o que me mantinha firme e forte era que no dia seguinte estaríamos de volta inteiros, ou melhor, inteiros e com mais um meio de experiências e vivências.

São tantos momentos, histórias, bordões e risadas, por onde será que eu começo? Que tal pela chegada a Mendes?

Como não podia faltar, adivinha porque NÃO nos perdemos? Porque o Ricardo não estava dirigindo!!! Hahaha

Carlinhos, grande amigo, foi um chofer de primeira e conhecido que é de todo canto, não nos levou para a perdição. Fizemos 100Km em umas 3 horas, porque paramos pra perguntar algumas vezes e também fizemos aquele “pitstop” esperto pra esticar as pernas.

Demoramos mais também porque pegamos uma estrada alternativa, meio traiçoeira, e por isso não passamos pelo pedágio, saindo ilesos em 7 reais. Perdi a conta de quantas lombadas passamos, sempre nos perguntando se estaríamos chegando ao nosso destino meio incerto, pois fomos no escuro (não, não fomos de noite, fomos sem saber o caminho mesmo rs).

Enquanto o Ricardo defendia sua aversão à contração em + a como no exemplo: Eu moro em a Pavuna, desejamos que as pobres cidades em que passávamos não fossem Mendes. Sendo eu a única menina, nem preciso dizer que muita besteira saiu da boca de todos os QUATRO: Carlinhos, Ricardo, Pedro e Tiago; coisas assim de um nível de zero pra baixo =PP

Depois de nos dar conta de que “Mendes realmente existe” quando vimos uma placa dando as boas vindas, logo depois de algumas curvas e da linha do trem, perguntamos pela praça principal a uma senhora:

Como chegamos na praça principal de Mendes?

Vocês podem seguir essa rua.

E vira aonde?

Em nenhum lugar, só tem essa rua mesmo!

Hahaha

Mais sobre Mendes na próxima postagem ;)

sábado, 15 de março de 2008

Adeus Concep-cirilo

Amanhã, domingo (16/03), acontecerá um dos últimos dias de evento no Conceptione, em Vila Isabel, perdemos mais um espaço para as bandas iniciantes e independentes tocarem.

É triste porque o lugar já tem uma história, claro que muitas críticas existem, mas ninguém pode negar que muita coisa aconteceu lá dentro, tanto boas quanto ruins.Fotos, músicas, gente bêbada, calor, gritaria (rs)...E amanhã especialmente vai rolar algo inédito. Poderemos ver ALVEJANTE e Álister juntas! Pra quem imaginou que nunca mais iria ter o prazer de ouvir “Eu quero beber Alvejanteeee” terá um último show para dizer adeus a essa banda guerreira e de bom coração.

Eu vou pra ver essas duas e mais a VENO, banda da Pat. Está aí então um programa para domingo, o endereço de lá é Rua Souza Franco, perto do Bob´s, na mesma rua do Martins.

Com o nome na lista amiga, fica 10 reais. E o evento começa às 16h e vai até...a última banda tocar rs

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Desventuras do Álister Parte 8

Você deve estar se perguntando onde estão as outras partes das desventuras, não é mesmo? Bom, esse título é dedicado ao Ricardo Álister e só quem estava lá pra entender rs

Realmente ontem fomos em um show do Álister, no Festival Serafin Araújo II, e esse dia trouxe algumas surpresas. Primeiro encontrei uma amiga da facul, a Julia! Tinha o cachorro-quente de graça, o que é sempre bom, e depois do show ficamos no camarim jogando sinuca, chique, não? Mais ou menos rs O difícil era acertar a bola sem ficar presa nos buracos da mesa hehehe

Conversamos um tempo com a Layla (ou Laila, não sei...) fofa e mantivemos ela ocupada aprendendo a jogar sinuca, o que ela às vezes preferia nem usar o taco e jogar com a mão mesmo! Nessa hora mais menos algumas pessoas deram falta por outras duas pessoas...enigmático demais?

Mas o melhor da noite ainda estaria por vir, eis que surge na porta uma figura vacilante, quase caindo, com uma cara de bobo assim como a voz também hehehe foi paixão à primeira vista e ele não desgrudou da minha irmã rs Ficava atrás dela, olhando e tentando falar qualquer coisa que acabava saindo muito falso e desinteressante. O pior era que ele ficava tocando nela rs e ela sem ação rs Felizmente o Pedro se ligou, uns 30 minutos depois que o cara chegou, e resolveu que era hora de ir.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Home alone I

Sim! Ontem foi o meu primeiro dia sozinha em casa, engraçado que quando a família estava indo viajar meus pais agiam como se fossem passar pelo menos uma semana longe, mas não, são só dois dias e meio!

Sabe qual foi a primeira coisa que fiz quando eles foram embora? Fui arrumar minha cama rs Minha mãe ficou me pentelhando antes de ir dizendo que era pra eu lavar a louça e tentar não bagunçar a casa...e isso me irritou profundamente, até parece que ela não confia que eu sei me virar de forma decente, parece até que eu sou uma porca.

Fiz de tudo um pouco, fiquei na Internet, fui ao supermercado, cozinhei, toquei violão e fui no ensaio do Álister. Voltei tarde, preocupada com a Dolly, sozinha em casa, e com a louça pra lavar, acredita?

Meia noite e meia e eu lá lavando o resto da massa do biscoito. Mais ou menos nessa hora arrumei uns aperitivos e fui ver um filme que tinha comprado pra ver ontem, o filme acabou sendo bem ruizinho...Enfim, fui dormir umas 3hs.

domingo, 30 de dezembro de 2007

Um dia de gravação com O (grupo musical) Álister

Geralmente eu tenho que estar inspirada para escrever, mas como o blog foi mencionado na última sexta-feira, eu resolvi fazer uma homenagem e relatar “Um Dia de Gravação com O Álister”. Parece até título de um desses programas que passam na MTV rs

Eram 5 músicas e 5 horas disponíveis, o que eles aproveitaram bem e gravaram 6 baterias.

Local: VM (mas não aquela que vocês conhecem rapazes, VM de Vila Musical no Grajaú).

Os presentes: os músicos (obviamente) – Pedro, Tiago e Ricardo. Eu, Felipe “Comida” e o cara que fez a gravação que eu não fiquei sabendo o nome, mas que até ficou registrado em foto.

Incrivelmente não tenho nada a reclamar rs tudo correu bem, as baterias foram gravadas, fotos comprometedoras tiradas e o Pedro contribuiu para a ração da Chotta, muito generoso de sua parte. Fomos recebidos pelo integrante da banda Macraios (o Vaca também conhecido como André), aquela que eu tento assistir faz anos desde o SESC e ainda não consegui...

E para finalizar a noite, nos perdemos no Grajaú, Pedro dizendo pra sempre virar a esquerda, mesmo sendo contra-mão (!!!), nós quase subindo o morro...Eu to achando que é tudo culpa do Ricardo, porque é segunda vez que nos perdemos com ele dirigindo =PP E parece que depois tudo terminou em pizza (como não podia deixar de ser) quando eu já tinha deixado os meninos!!!

Eu só queria dizer que esse pessoal ae é tudo doido, e eu devo ser malucapor andar com eles =PP Fui praticamente jogada pra fora do carro, eles aos berros, gritando e discutindo, todo mundo olhando pra minha cara tsc tsc tsc, que vergonha!!! rsrs

http://www.fotolog.com/alisterbr

domingo, 9 de dezembro de 2007

As furadas da Álister

Pra variar Pedro nos meteu em mais uma roubada. Inocentemente, quanto estávamos iniciando nossa viajem para o Alto, em busca dos bombeiros, cantávamos alegremente “DuckTales!”. Procurávamos a Estrada da Paz, mas só encontramos a Estrada do Açude...Fomos adentrando a escuridão naquela estrada vazia e sinistra, mas não tínhamos com o que nos preocupar! A lanterna do celular do Pedro ia iluminar o nosso caminho =PP Depois de voltas subindo, voltávamos sempre a ver a igreja iluminada, não importava pra onde olhássemos. Com a gasolina esvaindo a cada segundo e curva, finalmente, encontramos um portão indicando a tal Pousada Vale Encantado. Buzinamos, esperamos e rimos da nossa desgraça. “Pelo menos achamos, é aqui”. Mais adiante, um bando de crianças fazia algazarra e gritavam “Vocês são os homens da caverna?!”. “Heim?!”

E as coisas só foram piorando, não tinha microfone, mesa de som, as caixas não funcionavam...E nisso, já eram 23:30, sendo que o Ricardo (batera) – nosso salvador, amigo, camarada, que iria nos levar todos de volta pra fora daquele fim de mundo – tinha que entrar no trabalho às 24:00, no Centro da cidade. O “show” acabou 24:05 e rapidinho saímos dali. Muita furada!

sábado, 1 de dezembro de 2007

Visão do inferno

Ontem não era o meu dia. Aniversário do Peeeedro, fomos prestigiar a banda Álister na Lapa, e acabei descobrindo que eu não gosto daquele monte de gente amontoada, aquele cheiro de xixi pra todo lado, ruazinhas escuras e aquela sensação de poder ser assaltada a qualquer momento...E você pode me culpar?!?! Não sei como as pessoas curtem a Lapa...Mas eu só fiquei com raiva mesmo porque a Nat disse que sabia onde era e acabamos dando voltas e mais voltas durante uns 30 minutos, sem saber direito pra onde ir. Eu não podia ajudar muito, porque confiando que ela sabia, não procurei saber onde era ou como chegar. Então aprendi uma lição: esteja sempre informada e não deixe sua vida nas mãos dos outros desse jeito! Hehehe Mas eu fiquei muito puta mesmo, dando patada em todo mundo...depois melhorou um pouco, o sono foi embora e um cara doidão no show alegrou geral com suas estripulias rsrsrs

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Álister BOTA FOGO em tudo!

Em homenagem ao clássico Botafogo x Flamengo, a banda Álister botou fogo no Teatro Ziembinski, com o evento ZIMBA MUSICAL. O evento contou com mais duas bandas: Estado de Alerta e Almanaki e teve o maior público da história da banda, muita gente enlouquecida!! Aqui está uma foto da noite:

Reparem como dentro do teatro uma alma penada acompanhava o show e logo depois tudo caiu abaixo!!