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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Entreouvido por aí

- O macaco vem do ovo?
- Não!
- Não? Mas o dinossauro não vem do ovo?

#mundoperdido
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Se nada mais der certo, use a bola de boliche.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Dai-me paz

Para a loucura que me acompanha,
Eu grito:
Tudo passa! Tudo passa!
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Eu gosto.
De ousadia?
Não, de alho.


terça-feira, 7 de abril de 2015

Receio, anseio

Fico com receio. Quero colocar no papel fatos e acontecimentos e travo. Vulnerável. A mente parece mais avoada, o que era rotina e certeza já não são mais. O plano que era, já não é mais. Ou melhor, está na expectativa, e a espera até que vai passando como se nem sentisse. A não ser quando faz-se silêncio, quando a tranquilidade se impõe – sem desafios. Ou, pelo menos, sem desafios conhecidos. Talvez estejam camuflados...
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Preguiça de olhar pro passado. O presente é adorável.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Torta de limão

Ah, o prazer e a culpa. Cena matutina, não tão comum como se pode esperar: torta de limão. Um pedaço pequeno. Um deleite tão incomum, como uma explosão, e das melhores que há. Prazer tão maior que a culpa porque sair da dieta acontece vez ou outra, como atender a um desejo que sempre é silenciado, mas não nesta manhã escaldante de verão. A culpa é pequena, insignificante, já que existe a certeza de que o açúcar será queimado dali a algumas horas porque a disciplina persiste.
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- Fecha aí a porta!

- O quê? “Alguém me traz torta”?  

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Pluri

“Não se pode consumir muito se se sentar tranquilamente e ficar lendo livros” (pág.74)

HUXLEY, Aldous. Admirável Mundo Novo. São Paulo: Abril Cultural, 1980.

Sou um peso morto para a sociedade de Huxley e para a atual.
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É com estranheza que reconheço que um mês sem a ansiedade de ver #castle me agrada.
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- Ceia de Natal. Sobremesa. Sugestão.
- Mãe, você esqueceu como se faz frases?
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Diana: Espera, Dona Ângela! Como diz o Seu Germano tudo tem um porquê!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Quadrado dos ventos

“(...) tanta literatura, andando pelo apartamento vazio, a vida, fosse o que fosse, era agora, a vida era já, a vida era aqui, e o aqui e o já e o agora não passavam de uma vontade de chorar sem lágrimas, de vomitar sem náusea, de trepar sem sexo, tantos versos, tantos planos ficados para trás, só os dias rodando sem parar, o de ontem gerando o de amanhã,

(...) Ele sorriu. Estendeu as mãos, tocou-o também. Vontade de pedir silêncio, porque não seria necessária mais nenhuma palavra, (...)” (pág. 209 e 210)

ABREU, Caio Fernando. Pela Noite. In: Triângulo das Águas. Ed. Nova Fronteira, 1983.
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- Débora, teve dever de inglês?
- Não.
- Como não?
- Nós assistimos ao casamento, não lembra?
- Que casamento?
- O casamento do príncipe William!
- Ah, é.
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Será que eu consigo ler mais livros do que ver filmes esse ano?!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Começou

D: Você está de maquiagem?
N: Não, eu sou bonita assim mesmo!
D: Parece que você está com lápis de olho...
N: Deve ser olheira!
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É tão reconfortante estudar as leis de Deus! Difícil descrever a sensação, uma felicidade que nunca encontrei em nenhum outro lugar; não, minto, é aquela que sinto quando tudo parece fazer sentido, aquela sensação de preenchimento pelo simples, pelo sublime.
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Fiz tantas coisas diferentes essa semana!

Segunda e terça: Petrópolis.
Quinta: exposição do Escher e Matrix no Pedro.
Sexta: futebol.
Sábado: almoço com a Roriz e conversa com o Keith.

Agora o ano começa.
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Gone in the Morning by Newton Faulkner

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Campeonato Carioca 2011

B : D, o que você vai fazer domingo de noite?
D : Dormir.
B : Sabe o que eu vou fazer? Vou ver o meu time ganhar!
D : B, eu não sabia que você torcia pro Boa Vista!!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Perdi o jeito?

Faz tempo que não me encontro na situação em que estou. Quando nada consigo expressar. Eu não sei se é falta de foco, se é cansaço ou se é falta de estímulos. A verdade é que faz tempo que eu não tenho a sensação de dever cumprido. Na escola e na faculdade, acabava o período de estudo e chegavam as férias, vinha aquele alívio, aquela descompressão.

Esse ano não foi assim, e parece estar longe de acabar. Cada vez mais diminui o espaço dentro de mim para fluir coisas, como se a minha expressão e a descontração estivessem sendo expremidos em algum canto. Talvez agora seja culpa de hormônios; afinal, de alguma forma, consegui formar estes parágrafos. Eu estou um pouco sem ar, apática, sem vontades. Eu queria estar mais alegre, mas faltam motivos.
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Você sabia?
Na natureza, existe um mecanismo de contingência de população de animais: se houver grande número de ratos em uma ninhada, eles começam a apresentar comportamento homossexual, para assim, evitar mais filhotes. Fonte: meu pai (ele deve ter visto em algum documentário).
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Mordi minha língua. Eu tinha dito que tinha detestado o paciente Jesse da 3ª. temporada da série “Em Terapia”; realmente era um personagem muito revoltado para o meu gosto, pelo menos de iníco. Até cheguei a dizer que não assistiria os seus episódios, porém, agora, menos agressivo, demonstrandos apenas as incertezas e medos, ele parece uma boa pessoa. Ainda bem que não dei ouvidos ao meu preconceito.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Inutilidades que nos salvam

Depois de uma leitura pesada como “A maçã no escuro”, descobri um livro levíssimo e impossível de resistir, “Noite e dia” de Virginia Woolf. Estou ansiosa para saber se a Mary se apaixonará afinal por Ralph, e se este irá conseguir ser menos rude com a Katharine, que por sinal não pensa em casar.
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Eu tenho uma mania engraçada, eu não sei se é algo comum, nunca perguntei para outros alguéns se também fazem isso. Às vezes eu vejo alguém na rua, qualquer pessoa, e imagino como é sua casa, como é sua vida, onde trabalha, se tem família grande ou pequena, se tem algum bichinho de estimação, se costuma viajar, se faz almoço de domingo com a família reunida...é gostoso fazer isso, eu sempre acabo com uma sensação de nostalgia, sei lá por quê.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Ânimo!

Difícil desejar o bem ao outro quando se está triste. Mas é preciso tentar e insistir.
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Piada de pontinho:
O que são 4 pontinhos brancos na garganta?
Pus!
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Dez passos separam o feliz do infeliz.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Frag-men-tos

“Amanhã tenho prova”
“Num sábado?”
“É do curso de línguas”
“Ah...”
“Você nunca vai adivinhar qual!”
“Árabe?!”
“O.o Como você adivinhou??”
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Eu lhes apresento: Clarice!
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Setlist do show de ontem ^^

terça-feira, 4 de maio de 2010

Por que gritar?! O.o

Tem gente que só consegue se impôr no grito. Coitado dele e do meu ouvido.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

High maintenance girl

Por mais que eu tente conjugar os verbos defectivos eu não conseguirei, mas você pode. Você pode colorir, mas eu não posso. Você pode abolir, mas eu não posso. Você pode demolir, mas eu não posso. Você pode adequar-se, mas eu não posso. E assim erramos porque a nossa tendência é seguir padrões, assim somos programados.

A Dona Gramática cria regras engraçadas, nem eu, tu ou ele podemos computar, mas condicionada no futuro eu computaria.
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Assim como a Sally Albright, eu sou o pior tipo de mulher; sou high maintenance e penso ser low maintenance: “I just want it the way I want it”.

terça-feira, 9 de março de 2010

Semana pra relaxar

Pedro: Já viu “Batman Begins”?
Cla: Não, é bom?
Pedro: É muito bom! Podíamos ver hoje!
Com 5 minutos de filme
Pedro: Engraçado, acho que eu perdi o começo quando vi, eu não lembro dessa parte.
Com 15 minutos de filme
Cla: E essa parte, você viu?
Pedro: Não.
Com 30 minutos de filme
Pedro: Acho que eu comecei a ver da parte que ele vira o Batman...
Cla: Acho que você viu os últimos 5 minutos de filme e achou o máximo! rs

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Lição de Natal

Na noite de Natal, eu ajudava minha mãe a arrumar a mesa.

- Clarissa, olha só o que eu achei!
- O quê?
- Guardanapos que sobraram do ano passado! Estou tão feliz!
- Nossa, você se contenta com tão pouco rs
- Minha filha, achar o que se procura não tem preço. E esse é o segredo da felicidade.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Espreita

I´m very still…with my eyes and ears wide open, waiting for any sign and any movement; thinking about what window will open, feeling what my heart wants, sensing what´s next in my life.
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Palestra do TED sobre uma nova tecnologia a partir de um projetor e sensores nos dedos. O produto desenvolvido possibilita fazer uma ligação a partir da projeção de um teclado na mão, tirar fotos com o movimento das mãos, levar informações de um texto impresso para o computador com o movimento de pinça dos dedos e muito mais! É um pouco difícil de entender o inglês do palestrante, mas vale o esforço.

sábado, 19 de dezembro de 2009

O poder do olho gordo

Essa semana eu tinha ido de tênis pro cursinho e um pouco antes de chegar, avistei uma sandália rasteira esperando o sinal ficar verde para atravessar. Olhei e lembrei que precisava comprar uma; é muito prático no calor do Rio! No entanto, é difícil encontrar uma com sola que dure mais de uma saída.

Meu tênis e a sandália atravessaram a rua, e eu pensava sobre o assunto, quando parte da frente sola da sandália soltou, fazendo aquela boca de bota velha; péssimo investimento.
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Missing Dolly =/

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Olha o limbo aí outra vez

Fim de período é complicado. Não é primeira nem a última vez que me vejo nessa situação. A monografia já pronta, falta só a defesa. O edital do concurso já saiu, agora é sentar e estudar. E mais uma vez, eu me sinto dividida, querendo um pouco de descanso, mas sem conseguir relaxar. Querendo abraçar os estudos, porém paralisada pela pendência acadêmica.
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Dia desses chuvoso (meses atrás)...saímos com tanta pressa de casa que Nat não se deu conta de que ao arrumar sua bolsa, tinha só: guarda-chuva, uma barra de cereal e mp4 rs

domingo, 27 de setembro de 2009

Coisas de Débora II

Meia noite de domingo

D: Mãe, peguei um livro com o papai. [E mostra o livro dos espíritos do Allan Kardec]
M: Débora, isso não é hora!
D: Mas eu quero saber o sentido da vida. [Indo pro quarto]

E nós na cozinha

Nat: Coitada, que iludida.
Cla: Achando que vai encontrar isso em um livro.
Nat: Você só vai descobrir isso vivendo! [Gritando da cozinha]