- Me diz um homem que você ache bonito.
- Pra quê?
- Eu quero saber.
- Afff. Bom, eu acho o meu vizinho bonito: http://www.flickr.com/photos/bozzi/124025111/
- Humm...e eu gosto do George Clooney: http://bit.ly/9Kiass
Foi mais difícil do que eu imaginava encontrar algum modelo que realmente me agradasse, os modelos de hoje em dia ou tem cara de menina ou tem jeito. Todo esse tempo perdido pra nada. Futilidades me enervam.
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http://www.antalik.com/10-party-cakes-gone-horribly-wrong/
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
I thought once
People often say finding what gives us pleasure is the journey we should engage, the only journey. I agree in part, because I believe beyond that there is a whole new journey. And another, and another. Ones that change as we learn and grow. I see so much that others don´t see! And then I feel lonely. I´m still learning. True happiness is not from this world. What´s your lesson to learn?
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Eu ainda chego lá
Como poderemos conhecer os tipos encarnados que já se encontram nas derradeiras existências de esgotamento final dos seus venenos psíquicos para a carne?
“São as criaturas que, embora acometidas das mais terríveis molésticas, mantêm-se resignadas, pacíficas, brandas e conformadas. Atravessam a vida física transformando suas dores em verdadeiros hinos de beleza espiritual, animando com sua coragem até aqueles que sofrem muito menos e se conservam rebeldes e desanimados. Em geral, devotam-se profundamente aos ensinamentos de Jesus, haurindo nele as forças de que tanto precisam para não sucumbir nem incorrer em novas faltas cármicas. Essas renunciam às ilusões do mundo material e partem da Terra como as aves que se libertam do viscoso lodaçal, alçando o voo sereno para purificarem e lavarem o traje nupcial, que o espírito precisa depois nas eferas paradisíacas”. p.247
Fisiologia da Alma – Ramatis
“São as criaturas que, embora acometidas das mais terríveis molésticas, mantêm-se resignadas, pacíficas, brandas e conformadas. Atravessam a vida física transformando suas dores em verdadeiros hinos de beleza espiritual, animando com sua coragem até aqueles que sofrem muito menos e se conservam rebeldes e desanimados. Em geral, devotam-se profundamente aos ensinamentos de Jesus, haurindo nele as forças de que tanto precisam para não sucumbir nem incorrer em novas faltas cármicas. Essas renunciam às ilusões do mundo material e partem da Terra como as aves que se libertam do viscoso lodaçal, alçando o voo sereno para purificarem e lavarem o traje nupcial, que o espírito precisa depois nas eferas paradisíacas”. p.247
Fisiologia da Alma – Ramatis
domingo, 26 de dezembro de 2010
Passos para mudar
Existem aquelas pessoas que acham que os outros não podem mudar, mas se você mesmo encara as mudanças como algo constante em sua vida, essa realidade passa a ser possível nos outros.
Para mudar é preciso exercitar algumas ferramentas. A reflexão deve ser constante, juntamente com a observação das reações dos outros como as de si mesmo para com o mundo. A finalidade aqui é identificar os seus defeitos para então poder desenvolver estratégias para que a mudança ocorra.
E para refletir é preciso, primeiramente, ter em mente virtudes e defeitos para se poder categorizar o que for encontrando e reconhecendo como seus padrões de reações.
Eu venho aplicando esse método já faz algum tempo, buscando sempre aumentar o meu repertório do que seria correto e do que seria errado. Com o tempo, consegue-se identificar o que seria uma sensação de inveja instantâneamente, por exemplo, sendo possível fazer com que ela desapareça rapidamente. É como se eu fosse me sensibilizado, criando aversões ao que considero prejudicial.
Algumas virtudes: amor, ternura, coragem, otimismo, bondade, filantropia, renúncia.
Alguns vícios: ódio, pessimismo, avareza, medo, ciúme, inveja, melancolia, crueldade, egoísmo.
Quando eu me deparava repleta de pensamentos do que chamam “baixa vibração”, eu ficava um pouco perdida, não sabia como me livrar deles, mas com o tempo fui aprendendo a sublimá-los pela prática do bem.
Alguns vícios são mais difíceis do que outros, obviamente, e varia de pessoa para pessoa o nível que eles existem, porém, quando se percebe o exato momento que você consegue quebrar o ciclo e responder de outra forma, sente-se mais força para lidar com os vícios mais difíceis, é uma sensação que não tem preço.
Para mudar é preciso exercitar algumas ferramentas. A reflexão deve ser constante, juntamente com a observação das reações dos outros como as de si mesmo para com o mundo. A finalidade aqui é identificar os seus defeitos para então poder desenvolver estratégias para que a mudança ocorra.
E para refletir é preciso, primeiramente, ter em mente virtudes e defeitos para se poder categorizar o que for encontrando e reconhecendo como seus padrões de reações.
Eu venho aplicando esse método já faz algum tempo, buscando sempre aumentar o meu repertório do que seria correto e do que seria errado. Com o tempo, consegue-se identificar o que seria uma sensação de inveja instantâneamente, por exemplo, sendo possível fazer com que ela desapareça rapidamente. É como se eu fosse me sensibilizado, criando aversões ao que considero prejudicial.
Algumas virtudes: amor, ternura, coragem, otimismo, bondade, filantropia, renúncia.
Alguns vícios: ódio, pessimismo, avareza, medo, ciúme, inveja, melancolia, crueldade, egoísmo.
Quando eu me deparava repleta de pensamentos do que chamam “baixa vibração”, eu ficava um pouco perdida, não sabia como me livrar deles, mas com o tempo fui aprendendo a sublimá-los pela prática do bem.
Alguns vícios são mais difíceis do que outros, obviamente, e varia de pessoa para pessoa o nível que eles existem, porém, quando se percebe o exato momento que você consegue quebrar o ciclo e responder de outra forma, sente-se mais força para lidar com os vícios mais difíceis, é uma sensação que não tem preço.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Infância II
Não sei por que essa informação me veio na cabeça. Eu lia velhas agendas minhas e lembrei da primeira vez que pediram para namorar comigo. Eu estava na 4ª série e recebi uma ligação enquanto fazia o meu dever de casa. Era um colega falando por outro colega e ele me pediu em namoro pelo outro. Engraçado que eu lembro até hoje a minha reação e o que senti quando ele perguntou. Eu não sei o motivo, mas eu me senti profundamente ofendida. Não lembro se cheguei a desligar na cara dele depois de dizer “não”, e fui reportar para minha avó. No dia seguinte, ficamos sabendo que eles tinham ligado para todas as meninas da sala e, aparentemente, uma delas tinha aceitado. Eu lembro dele tentando dar um beijo na boca da menina e dela virando a cara rs o “namoro” durou um dia, ou melhor, algumas horas.
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Talvez você esteja aqui para me ensinar alguma coisa. Eu tenho quase certeza.
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Talvez você esteja aqui para me ensinar alguma coisa. Eu tenho quase certeza.
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Hoje é véspera de alguma coisa?
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Limites
Ontem, na minha reunião semanal com a Débora, pudemos discutir alguns aspectos da personalidade dela e que precisam ser repensados. Geralmente conversamos nas terças-feiras, mas o contratempo de anteontem acabou contribuindo para abordarmos um assunto corrente.
Eu e a Nat somos muito diferentes da Débora em diversos aspectos, mas algo que parece ser comum a essa nova geração, é a persistência de contestar tudo. Minha mãe falava e raramente não acatávamos suas ordens ou sua negação em comprar alguma coisa. A Débora chega a ser irritante, ela quer sempre saber o motivo de um “não”, o que acaba sendo bastante desgastante. Eu ainda tenho mais paciência que minha mãe e, às vezes, consigo me fazer prevalescer. Ela chega a contestar até quando é hora de estudar! Meia hora de questionamentos. Eu não dou muita trela, mando e se não obedecer, já perde algum benefício e, logo, ela aceita.
Ontem falei seriamente com ela, já que algum incidente tinha acontecido quando estavam fora e elas já chegaram brigando. Claramente a Débora precisa de argumentos claros, e muitas vezes, minha mãe não os têm. E o conflito ocorre. Eu expliquei para ela que nem sempre conseguimos o que queremos, nem tudo tem resposta, e que a vida em sociedade exige que saibamos lidar com os diversos tipos de pessoas. E que, se a minha mãe não irá mudar, que parta dela a mudança, disse ainda que ela pode questionar, mas que questione apenas uma vez, porque se a resposta não vier de primeira, não virá na quinta vez que ela pergunta “por quê?”.
Eu e a Nat somos muito diferentes da Débora em diversos aspectos, mas algo que parece ser comum a essa nova geração, é a persistência de contestar tudo. Minha mãe falava e raramente não acatávamos suas ordens ou sua negação em comprar alguma coisa. A Débora chega a ser irritante, ela quer sempre saber o motivo de um “não”, o que acaba sendo bastante desgastante. Eu ainda tenho mais paciência que minha mãe e, às vezes, consigo me fazer prevalescer. Ela chega a contestar até quando é hora de estudar! Meia hora de questionamentos. Eu não dou muita trela, mando e se não obedecer, já perde algum benefício e, logo, ela aceita.
Ontem falei seriamente com ela, já que algum incidente tinha acontecido quando estavam fora e elas já chegaram brigando. Claramente a Débora precisa de argumentos claros, e muitas vezes, minha mãe não os têm. E o conflito ocorre. Eu expliquei para ela que nem sempre conseguimos o que queremos, nem tudo tem resposta, e que a vida em sociedade exige que saibamos lidar com os diversos tipos de pessoas. E que, se a minha mãe não irá mudar, que parta dela a mudança, disse ainda que ela pode questionar, mas que questione apenas uma vez, porque se a resposta não vier de primeira, não virá na quinta vez que ela pergunta “por quê?”.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Broken
I went out side as the world was calling
I laid back and the trees were talking
The wind was chilling the burning sun
And I got lost out there
Lost all my senses
Lost all my taste
Lost all myself
And I wondered....
What now?
How do I feel again?
How do I smile at nothing again?
How do I find my other side in me?
The world is still there
Still as always
Still as it should be
But the trees are mute
The wind is silent
And the sun is still burning
I laid back and the trees were talking
The wind was chilling the burning sun
And I got lost out there
Lost all my senses
Lost all my taste
Lost all myself
And I wondered....
What now?
How do I feel again?
How do I smile at nothing again?
How do I find my other side in me?
The world is still there
Still as always
Still as it should be
But the trees are mute
The wind is silent
And the sun is still burning
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