terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Universo

Preciso de base, SUPORTE, se não fora, dentro de mim.

Preciso de FORÇA para deixar a sensação de perda passar.

Emociono com a INSPIRAÇÃO que sinto envolver o meu corpo: aconchegante, calorosa, amiga.

Por onde você andava, querida?

Universo,

Preciso de vento, preciso de brisa alimentando o meu SER, meu coração, cada vazio do meu corpo porque ela me conforta, me faz sentir cheia. 

O sol, os barulhos, os carros acontecem lá fora como de costume, mas sinto algo GIGANTE e invisível comigo. Sinto um abraço, um beijo na cabeça... que aconchego BOM!

Inesperados, mas esperados por tanto tempo: sinto-me INTEIRA novamente.

Universo,

dai-me de presente a CERTEZA que uma vez já fez parte de mim.

Obrigada pela visita, volte mais vezes, volte SEMPRE!


 


sexta-feira, 5 de junho de 2020

J'ai perdu mon corps

Quando a gente pede ou expressa que quer algo humano, não somos exatos; porque humano pode significar o pior do humano ou o melhor ou qualquer resposta dentro do espectro entre extremos. Mas é claro que nos referimos ao MELHOR do humano, mesmo que se veja tanta desgraça todo dia. Humanos erram demais, mas mesmo assim insistimos em pedir ações mais humanas, nesse ideal utópico do super humano.
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Assistindo a animação francesa "Perdi meu corpo" no Netflix nessa sexta-feira de quarentena, tentando dar sentido às coisas.


segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Caminhos que se cruzam


Nesta segunda-feira de chuva e não chuva, de calor e frio, demos entrada no cartório <3 o:p="">

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

J-drama, como tudo começou


O primeiro drama asiático que assisti foi japonês, produção do Netflix, que me deu a oportunidade de conhecer o mundo mágico dos j-dramas e, posteriormente, os doramas. Era uma opção refrescante para as já exaustivas séries norte-americanas. Eu achei tão leve e diferente que quis compartilhar com as pessoas, resultado: assisti o primeiro episódio CINCO vezes com CINCO pessoas diferentes só para mostrar quão fofo era :3

Final Fantasy XIV – Dad of Light (J-drama), ver a família japonesa com costumes novos para o meu olhar, ver a relação de emprego, de lazer, de sociedade me fascinaram. E assim, abriram-se as portas para, depois, me tornar uma dorameira! Eu busco os romances sempre! Netflix traz alguns e vejo outros no www.myasiantv.to

Até hoje vi uns 25. Debs que foi a ponte para me mostrar essa outra realidade quando começou a ver animes (One Piece), ler mangás, ouvir kpop (Got 7). Eu fui pega nessa onda, ela diz que eu já vi muito mais doramas do que ela rs

O segundo J-drama que assisti foi A Namorada de Minami-kun, a menina falava tanto o nome do garoto que ela gostava que eu ouvia ela falando mesmo nos meus pensamentos. É uma fantasia fofinha em que a menina diminui de tamanho, fazendo a gente lembrar das histórias de faz de conta da infância! Disponível no Netflix.

O terceiro J-drama que assisti foi Itazura na Kiss (Playfull Kiss ou ainda Beijo Malicioso) versão japonesa, eu sei que tem as versões chinesa, coreana e taiwanesa mas fiquei só na japonesa mesmo. Adorava o jeito blasé do Naoki. Esse que vi é uma versão de 2013 com o Yuki Furukawa como Naoki e a Miki Honoka como Kotoko. Não está mais disponível no Netflix.

Eu ficava boba com a determinação da Kotoko para ficar com o Naoki, me ajudou, na época, a superar umas crises de saúde em 2015.

Por conta do Yuki, eu fiquei super feliz deles lançarem um pouco depois o J-drama Erased também disponível no Netflix. É um suspense bem bacana.

A partir daí, só deu dorama na minha lista rs

terça-feira, 18 de junho de 2019

Novidades


Pensei em rever um vídeo, foi abrir o meu feed e lá estava ele. Manifestar está mais fácil nesses novos tempos.
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Além do Tarot, nous étudions le français depuis six mois. Google tradutor virou meu melhor amigo.
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Comprei semana passada dois livros da Vianna sobre Thetahealing, o estudo não para nunca.



domingo, 16 de junho de 2019

Meu tarot


Semana passada senti alguma vontade de poetizar, eu tive um fim semana só meu, com novas sensações, reconexões e surpresas energéticas. Passei três dias em um curso que é o primeiro passo para novos rumos, se eu quiser. Eu sinto que preciso disso desde o último trimestre do ano passado (2018).

Ao meu lado agora tenho um chá de laranja, manga e canela. Meditei na parte da manhã de hoje, senti meu corpo grosso, envolto numa massa que se contorce. Foi curioso porque era uma sensação que eu lembro de sentir quando pequena, em um dia específico na minha infância, no meu quarto de criança.

Depois de meditar, peguei o meu tarot. Senti a necessidade de limpar a energia dele, que eu nunca tinha feito, mas senti que precisava. Espalhei as cartas numa linha, como uma sanfona. Postei minhas mãos sobre elas, depois elevei minhas mãos um pouco no ar e continuei mentalizando a limpeza. Pedi que as energias que não pertenciam fossem retiradas e que ali ficassem apenas as energias que pudessem permanecer.  

Embaralhei as cartas de um jeito descompromissado e, por fim, ainda de olhos fechados, embaralhei duas vezes de forma firme. Tirei as cinco cartas da Cruz da Verdade: presente, desejos, energia útil, desafios e resultado. Tudo de olhos fechados. O conjunto das cartas ajuda a costurar os sentidos. Ao abrir os olhos, dei por conta de um bolo de cartas separadas, caídas quando eu não olhava.

Eram sete cartas, tirei, então, uma Âncora: presente, amor, trabalho, energia central, futuro imediato, desejos e futuro. As tiragens se complementam. Impossível não sorrir quando seguimos o fluxo da vida conscientes, dialogando com.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

A essência que toca


Hoje eu chorei vendo um clipe. Tenho me percebido emocionada quando percebo algumas situações. Chorei quando vi pessoas sendo livres, sendo quem elas querem ser sem serem julgadas pelo outro. Isso me emociona ainda agora, relembrando a sensação de liberdade e respeito e amor pelo o que o outro é.

Chorei umas duas semanas atrás vendo uma palestra, Felipe estava comigo e eu soluçava. Suspeito que o meu inconsciente sabe algo que eu não sei rs mudanças virão e podem não ser, assim, graduais, é aquele momento que se atinge que você deixa de ser/estar para ser/estar outro, esse pulo pode vir sendo trabalhado, mas os desafios...nunca se está preparada. Eu confio e isso ameniza.
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Tenho aprendido demais com o Kryon.