quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Pedido de desculpas

Eu magoei alguém. Sabe quando a pessoa pára de falar com você de um dia pro outro? Foi assim. Eu suspeito do motivo, talvez uma postagem que fiz há alguns dias atrás; não tem como saber porque a pessoa não quer de jeito maneira falar, procura me evitar ao máximo, e isso me entristece. Curioso que era a pessoa que eu mais falava, passávamos bastante tempo juntos e talvez por isso, existia maior possibilidade de um irritar o outro, normal.

Se para resolver o problema bastasse retirar o que eu disse (escrevi) eu faria, mas o sentimento deixou de me pertencer no segundo em que foi postado. E esse é meu dilema diário aqui. Este espaço funciona como campo neutro, pelo menos eu gostaria, escrevo aqui o que às vezes eu não posso falar, são aquelas coisas que geralmente você guarda pra você sobre os outros, no entanto, guardar me faz mal e por isso eu escrevo. Meus textos mais ferrenhos, eu posto com um receio de que justamente aquela pessoa leia e se reconheça. Eu não vejo isso de todo mal, porque a pessoa pode encarar como um panorama de suas atitudes sem ter seu nome solto por aí, porque eu nunca dou nome aos bois, eu preservo a identidade do criticado e a partir daí ele pode começar a pensar se é assim mesmo ou se foi tudo exagero meu. Geralmente é, porque aquilo só sai de mim quando atingiu seu ápice de irritação, aí eu exagero.

O que eu espero me colocando assim no fogo? Eu espero que as 70 pessoas que acompanham o blog possam se identificar com o que eu penso ou passo. Às vezes é disso que a pessoa precisa, ver que não é só com ela que os problemas acontecem para ter forças e criatividade para resolver os seus problemas de relacionamento. Eu não tenho respostas, eu erro tanto quanto os outros, mas eu já aprendi nesses meus 23 anos de vida, que eu devo relevar os erros, porque EU provavelmente cometi ou cometerei aquele mesmo erro em algum momento da minha vida. E que atire a primeira pedra quem nunca errou. É mais ou menos nesse tom que vai a sinfonia.

Em suma, eu peço desculpas se ofendi, que a gente aprenda com isso e cresça. Se o problema não for resolvido, vocês estão de prova que eu tentei publicamente.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

feliz da vida! eu amo meus amigos!

Eu ia postar um pedido de desculpas hoje....mas eu achei que merecia uma postagem dedicada ao meu aniversário que foi ontem! As desculpas ficam pra amanhã.

Nunca comemorei tanto o meu aniversário rs Começou na segunda-feira, quando fui com uma galera da UFF pro Outback, minha primeira vez lá. As pessoas que mais amo estavam presentes e isso já bastava =D Ganhei alguns presentes: flores, chocolate, brincos e abraços, muitos abraços! Obs.: Maricá tirou essa foto.




Ontem, o dia mesmo do aniversário, comemorei mais duas vezes, com o pessoal do estágio e depois com o pessoal do Hapkidô, pena que esquecemos de tirar fotos lá na luta, mas o clima foi bem legal. E ainda terá a comemoração com a família e uma possível quinta comemoração com a galera podrera ;) Eba!

domingo, 21 de setembro de 2008

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Ser ignorante é ser livre?

Se você vive em uma ilha remota onde não existem as cobranças da sociedade, talvez você possa exercer sua liberdade porque é ignorante. Mas afinal, o que é ser ignorante? Você só pode ser enquadrado como tal se existem valores comuns à um grupo e você os desconhece. Se para viver da melhor forma possível é preciso conhecer os códigos de conduta, o que você tem a fazer é conhecê-los o melhor que puder, mas e se você não concorda com aquilo que rege seu grupo? Cria suas próprias regras? Morre tentando mudar?

A criança é reconhecidamente desculpada de não seguir os padrões porque ainda não foi inserida completamente no sistema, seria ela mais livre do que os inseridos? Eu acho que sim em parte. Não é a toa que os saudosos que tiveram boas infâncias sentem certa dificuldade de entrar por inteiro no mundo que lhes parecia tão bonito e seguro, e que deixou de sê-lo no momento que deixavam de ser ignorantes.

E o mundo é cruel. Muitos que não dispõe de um espaço de aprendizagem pleno, estão pelas ruas vagando, sem conseguir formar uma frase direito, sem as ferramentas necessárias para exercer sua liberdade de escolha por algo melhor (que esteja disponível). Ignorantes dos trâmites da vida.

O ignorante de conhecimentos, fatos, dados, do saber, pouco voa. Vai até a beirada da janela e volta, enquanto existe todo um desconhecido através do alumínio reluzente. Existem aqueles que se contentam de sobrevoar alguns metros, e vivem, talvez se perguntando se seria diferente se não soubessem tanto.

Depois de uma certa fase, a ignorância não é mais desculpa e o mundo não perdoa. Não existe condescendência com esses já grandinhos e que devem buscar seus caminhos.

Na verdade, quanto mais se tem consciência do outro e do diferente, mais se compreende. Seremos livres quando o medo deixar de existir.

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Postagem dedicada ao Pedro que me inspirou a escrever, mesmo que ele simplesmente tenha escrito este título no MSN. Eu não sei o que passava pela sua cabeça quando escreveu isso, mas rendeu um texto legal.

Momento literatura

Eu ia ver “Ensaio sobre a Cegueira” ontem, mas resolvi ler o livro primeiro...então deixei de lado o livro que eu já estava lendo “A Casa dos Espelhos” e corri com a leitura o máximo que pude na segunda-feira para na quarta ir assistir o filme por R$ 3,00 no Iguatemi. Acabou que não terminei de ler o livro e tive que deixar o cinema pra próxima semana. Além desses dois quero ler o outro da Clarice Bean (“Clarice Bean, não olha agora!”), livro infanto-juvenil, da Débora. É de criança mas é bunitinho, você lê em uma ou duas horas porque é grossinho.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Amigo que denigre não é amigo

Sabe quando o menino quer chamar a atenção da amiguinha e porque não pode bater (afinal não somos mais crianças e nos ensinaram que não devemos bater), resolve agredir de formal verbal, psicológica, com uma brincadeira?

Eu parei para pensar se alguém mais fazia esse tipo de coisa comigo, para analisar se era implicância minha, se outros faziam o mesmo e ontem eu estava só mais sensível a piadinhas...e não encontrei, brincadeiras a parte, todos me tratam com respeito, como tem que ser. Então porque eu tenho que engolir comentários que denigrem minha imagem? Eu queria na hora mandar um “foda-se” e ir embora, mas eu não queria fazer uma tempestade num copo d´água.

Eu queria relevar, pois são duas crianças de quase 30 anos, mas ainda agora de manhã, isso me incomoda. Eles tocaram num ponto fraco, acredito, deve ser isso, insulto às mulheres, tendo a minha pessoa como ponto alvo. Depois eles não entendem porque não conseguem a mulher que querem. Nos tratam como objeto...isso me lembra o quadro do “Cócegas” da Miss Moçoró, que quer de qualquer jeito se impor como um corpo e não um cérebro, crítica clara à sociedade sexista em que vivemos.

domingo, 14 de setembro de 2008

Duas fotos

Quero postar hoje duas fotos que condensam dois momentos maravilhosos dessa semana. Nada como sair com os amigos! A primeira é do passeio que fizemos na praia de Grumari, eu e mais duas amigas que são pra vida inteira! Tudo conspirou para um ótimo dia, sol, mar calmo, água na temperatura certa, papos descontraídos, risadas, palhaçadas e sugiro que vejam a foto ouvindo a música do Tim Maia “Do Leme ao Pontal”!



Essa segunda foto foi da festa de despedida da Livinha que vai pra Portugal! Eu sei que ela está triste de nos deixar e nós de vê-la partir, mas são só seis meses, eu sei que vai dar tudo certo! A Li fechou o JK na Lapa e ficamos até nos expulsarem, o dia já amanhecia, e que dia foi aquele. Dançamos de tudo, uma energia muito boa da galera que é a melhor turma do mundo!!!