segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Atualizações

Meu Word tem dado problema já há alguns meses... ele leva um tempo para abrir e, nas últimas semanas, passou a acusar erro ao fechar. De hoje esse problema não passa. Mais tarde vou reinstalar o word do pacote Office.
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BB voltou a chamar!

domingo, 8 de janeiro de 2012

Lidos 2010

1. Fisiologia da Alma de Ramatís
2. Banquete com os Deuses de Luis Fernando Veríssimo
3. Naked Heat de Richard Castle
4. Noite e Dia de Virgínia Wolf
5. A Maçã no Escuro de Clarice Lispector
6. O Espiritismo Aplicado de Eliseu Rigonatti
7. O Livro dos Médiuns de Allan Kardec
8. O Mestre e Margarida de Mikhail Bulgakov
9. Mecanismos da Mediunidade de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira
10. O Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec
11. Remorso Ficção Dispersa de Newton Sampaio
12. Um Aprendizado ou O Livro dos Prazeres de Clarice Lispector
13. Viagem no Espelho (poesia) de Helena Kolody
14. Para Não Esquecer (crônicas) de Clarice Lispector
15. Os Prêmios de Julio Cortázar
16. Contos Japoneses de Antônio Nojiri
17. Clarice Lispector Esboço para um Possível Retrato de Olga Borelli
18. O Mistério do Coelho Pensante de Clarice Lispector
19. Contos Populares Russos
20. O Buraco na Parede (contos) de Rubem Fonseca
21. Heat Wave de Richard Castle
22. O Sol Também Se Levanta de Ernest Hemingway
23. Amor Líquido Sobre a Fragilidade dos Laços Humanos de Zygmunt Bauman
24. A Insustentável Leveza do Ser de Milan Kundera

sábado, 7 de janeiro de 2012

Naquele sábado de duas festas

Ela estava atônita. Não, ela estava incrédula. Ou melhor, impressionada com o descaso. A flechada do cupido mais parecia uma tentativa de homicídio sanguinolento. Balançava sua cabeça de forma negativa, inacreditável! Relembrava a cena e sorria, inacreditável! Bastava? Não sabia. Pelo menos aquela situação serviria para...para quê, mesmo? Era uma distração. Sim, isso era. Um estudo psicológico, minimamente, seria isso. Naquela noite resolveu: encararia de outra forma e ponto.
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Desculpa aí, amigo.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Estilhaços cintilantes

“Vivemos num planeta redondo e, por isso, admitimos que todos os planetas sejam redondos como aquele no qual vivemos. Deus, contudo, ao espraiar seu olhar pelo universo, vê planetas de todos os tipos – redondos, quadrados, oblongos, ovais, uma enorme variedade de formas. Não são todos redondos, como aprendi nas aulas de ciência. O que acontece antes de você nascer é que Deus escolhe sua alma. Se você tem uma alma redonda, Ele o coloca num planeta redondo; se você tem alma quadrada, Ele põe num planeta quadrado; e se você tem alma oval, espera-se que Ele encaminhe você para um planeta oval. No meu caso, Ele cometeu um equívoco. Tenho alma oval e Ele me botou num planeta redondo. A escola, meus pais, e até o senhor, dr. Treffert, insistem na tentativa de encaixar minha alma como se ela fosse redonda, como a dos outros. Estou me decompondo na escola e, quando me formar, simplesmente cederei meu lugar a um novo futuro cadáver de olhos brilhantes”. - Texto de uma paciente não identificada do dr. Treffert. (pág.256)

MIRANDA, Hermínio Correia de. Autismo, uma leitura espiritual. Ed. 3 de outubro, 2011.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Na lonjura das ausências

“Ah, lua, disse ele frio, mais por dizer. Ah, Endemião, disse ele já literário. Respirava o cheiro macio e fino da noite, enchia o peito insaciável de luar e de estrelas. Uma doce e fria paz descia sobre ele na noite subitamente estagnada. Se sentia miúdo, pequenino demais. Mesmo assim apaziguado, estranhamente feliz. Naquela imensidão de noite estrelada, inundado pela luz alvacenta do luar, gostaria de descansar o coração na mão espalmada de Deus, dissolver-se na luz distante, parada, fria, serena (tudo envolvia a doce brisa macia), serena e eterna de Deus. Aquele Deus de sua infância, que ele agora, na sua desesperada suficiência, na sua insegura e violenta certeza, na sua angústia de viver, na sua busca, na sua sede nunca satisfeita, na sua fome total, entre lágrimas palmilhando o caminho da dor, do deserto, procurava negar.” (pág.209)

DOURADO, Autran. O Risco do Bordado. Ed. Expressão e Cultura, 1973.
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Cla: Você guardou o blanquet? Eu vou usar de novo!
Vini: De novo? Esse não é o seu segundo sanduíche?!
Cla: Você tá me regulando, Viniçus?! rs

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Fúria

Mãe: Qual cor de mala você prefere - verde, rosa ou preta?
Cla: Preta.
Mãe: Mas é melhor escolher uma colorida, é mais fácil de ver na hora de pegar.
Cla: Então por que você me perguntou?!?!?!?!?!?!?! *tpm*

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Fera

01/01/12

Fera encarcerada
Caminha impaciente
De um lado para o outro
Grunhindo vez ou outra

Fera solta
Em campo amplo
Distrai-se

Fera em regime semi-aberto aprende.
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I used to seek silence
Cause silence meant peace
Silence meant being at ease

New meaning ahead
Came my way
When I started to care

Now
Silence means not reaching
Not hearing your words
Not feeling your touch
Not finding peace

That once was reached