Quando viajamos pra SP, fomos pro nosso quarto que ficou em andar diferente do quarto de nossos pais, e assim que nos acomodamos, pensamos em dar uma ligada para falar com eles e combinar um local de encontro. Tentamos o ramal do quarto e só deu ocupado...passamos para os celulares...não acertamos de primeira porque não sabíamos que código usar, e a Natália foi feliz na sua ligação rsrs
Nat: Alô, pai?
Algum pai: Oi, filha!!!
Nat: Você não parece o meu pai...
Algum pai: Não?
Nat: Acho que liguei errado...
Algum pai: Ah, tudo bem!
Nat: Beijo.
Eu: Você disse "beijo" pra um estranho?
Nat: Ah, ele foi tão simpático e mandou um beijo, ae eu falei também.
Ela disse que ele atendeu todo animado e nosso pai não é assim, por isso ela percebeu que ligou errado rsrs
sábado, 7 de março de 2009
Aconteceu com a Nat
sexta-feira, 6 de março de 2009
Pensando na morte
Eu vasculhava na minha mente algum assunto para escrever aqui, e lembrei de uma vez em que me vi realmente desesperada com a certeza de que irei morrer. Geralmente eu penso na morte como uma libertação do espírito e ás vezes, até fico ansiosa por habitar aquele lugar que me aparece em sonhos.
Eu lembro de me sentir mal de embrulhar o estômago e eu chorava bastante, o motivo desse mal-estar foi um filme: “A Vida de David Gale”. A história era bem perturbadora, e eu tinha meus 18 ou 19 anos quando vi, na televisão.
Outra lembrança que tenho da morte, não tão eloqüente, me aconteceu quando lia um livro que descrevia a morte do pai do personagem principal. Eu nunca tinha tido contato com uma riqueza de adjetivos e fatos encadeados sobre a morte. Eu lembro de ter sido algo bem sofrido, páginas até o senhor morrer, e fiquei angustiada junto com o personagem. Acho que foi o único livro que já me fez chorar efetivamente, lágrimas de fazer parar de ler, porque impediam que eu continuasse a ver. Foi “A Consciência de Zeno”.
Eu lembro de me sentir mal de embrulhar o estômago e eu chorava bastante, o motivo desse mal-estar foi um filme: “A Vida de David Gale”. A história era bem perturbadora, e eu tinha meus 18 ou 19 anos quando vi, na televisão.
Outra lembrança que tenho da morte, não tão eloqüente, me aconteceu quando lia um livro que descrevia a morte do pai do personagem principal. Eu nunca tinha tido contato com uma riqueza de adjetivos e fatos encadeados sobre a morte. Eu lembro de ter sido algo bem sofrido, páginas até o senhor morrer, e fiquei angustiada junto com o personagem. Acho que foi o único livro que já me fez chorar efetivamente, lágrimas de fazer parar de ler, porque impediam que eu continuasse a ver. Foi “A Consciência de Zeno”.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Alguns dos livros que quero ler...
Fortaleza Digital de Dan Brown (já em mãos! \o/)
Quem Sou Eu? E, Se Sou, Quantos Sou? De Richard David Precht
1984 de George Orwell
Existo, Logo Penso: Filósofos Respondem as suas Perguntas sobre Amor, o Nada e Tudo Mais de Alexander George
O Estrangeiro de Albert Camus
O Apanhador no Campo de Centeio de J. D. Salinger
O Pequeno Príncipe de Antoine De Saint-Exupery
Quem Sou Eu? E, Se Sou, Quantos Sou? De Richard David Precht
1984 de George Orwell
Existo, Logo Penso: Filósofos Respondem as suas Perguntas sobre Amor, o Nada e Tudo Mais de Alexander George
O Estrangeiro de Albert Camus
O Apanhador no Campo de Centeio de J. D. Salinger
O Pequeno Príncipe de Antoine De Saint-Exupery
quarta-feira, 4 de março de 2009
Dados da atualidade, antes que eu durma no teclado
Enquanto luto bravamente contra o sono e o cansaço, discorro sobre dados e fatos que aprendi hoje. Eu recomendo as aulas de atualidades para concursos, eu sempre aprendo sobre o mundo, mesmo que dali a algum tempo, eu aja como se nunca tivesse sabido daquilo. História e geografia são primordiais para entender a m... que nos metemos ao nascer nesse mundo.
O Brasil é um dos poucos países que tem agüentado bem a crise, mantendo uma das menores taxas de desemprego (8%). Em dois anos, a economia do Brasil estará bastante forte, o que não pode ser afirmado sobre os países que não estão na lista de emergentes, como o Japão.
A crise econômica deu-se à falência da globalização e do neoliberalismo, atingindo o setor privado, que está sendo reerguido com a ajuda do Estado, ou seja, está ocorrendo uma estatização do que havia sido privatizado. Falando em privatização, já está em processo a do Maracanã, sabiam? Não faço idéia se isso é bom ou ruim.
Umas das conseqüências do crescimento econômico no cenário nacional, diz respeito ao alto consumo de bens duráveis, sendo o primeiro da lista, dêem um chute...os telefones celulares! E no caso do Brasil, o consumo é o maior do mundo inteiro, nada menos que 2 bilhões!
O Brasil é um dos poucos países que tem agüentado bem a crise, mantendo uma das menores taxas de desemprego (8%). Em dois anos, a economia do Brasil estará bastante forte, o que não pode ser afirmado sobre os países que não estão na lista de emergentes, como o Japão.
A crise econômica deu-se à falência da globalização e do neoliberalismo, atingindo o setor privado, que está sendo reerguido com a ajuda do Estado, ou seja, está ocorrendo uma estatização do que havia sido privatizado. Falando em privatização, já está em processo a do Maracanã, sabiam? Não faço idéia se isso é bom ou ruim.
Umas das conseqüências do crescimento econômico no cenário nacional, diz respeito ao alto consumo de bens duráveis, sendo o primeiro da lista, dêem um chute...os telefones celulares! E no caso do Brasil, o consumo é o maior do mundo inteiro, nada menos que 2 bilhões!
terça-feira, 3 de março de 2009
Percepção minuciosa
Na semana antes do carnaval, minha boca estourou toda, foi um inferno ficar sem abrir a boca, sem contar o incômodo óbvio e a aparência que atraia olhares e julgamentos indesejados.
Comprei “cauterex”, santo remédio, pelas palavras de minha mãe. Logo que comecei a passar a pomada no canto da boca, o outro lado estourou também. “Não é possível!”, pensei. Depois de alguns dias voltou ao normal. Ufa. Mas dali a dois dias estourou de novo. Parei e pensei o que eu tinha comido nas duas épocas e descobri que o fato em comum foi a barrinha de cereal!!! Acredita??? Eu lá, querendo ser saudável e o meu corpo gritando para eu parar. Vê se pode?! Por isso dêem mais atenção ao seu corpo e ao que vocês estão ingerindo.
Falou a doutora autodidata.
Comprei “cauterex”, santo remédio, pelas palavras de minha mãe. Logo que comecei a passar a pomada no canto da boca, o outro lado estourou também. “Não é possível!”, pensei. Depois de alguns dias voltou ao normal. Ufa. Mas dali a dois dias estourou de novo. Parei e pensei o que eu tinha comido nas duas épocas e descobri que o fato em comum foi a barrinha de cereal!!! Acredita??? Eu lá, querendo ser saudável e o meu corpo gritando para eu parar. Vê se pode?! Por isso dêem mais atenção ao seu corpo e ao que vocês estão ingerindo.
Falou a doutora autodidata.
segunda-feira, 2 de março de 2009
50 livros em um ano?
Descobri a iniciativa de incentivo à leitura, em que leitores se desafiaram a ler 50 livros no ano de 2009. No cálculo deles, para chegar a tal marca eles poderiam dedicar 5 dias para cada livro.
Sinceramente eu acho que impor uma meta assim destrói o prazer da leitura, porque quantidade não significa qualidade. Está certo que com essa mentalidade, talvez você tente dedicar menos tempo a frivolidades...Mas não podemos esquecer que cada um tem o seu tempo para digerir um livro, eu gosto de ficar um tempo com os personagens e não só cinco dias.
A minha meta é simplesmente ler mais do que o ano anterior, nem que seja um livro a mais. Cada um deveria estipular suas ambições de acordo com os seus limites, se é que se conhecem a tal ponto.
Sinceramente eu acho que impor uma meta assim destrói o prazer da leitura, porque quantidade não significa qualidade. Está certo que com essa mentalidade, talvez você tente dedicar menos tempo a frivolidades...Mas não podemos esquecer que cada um tem o seu tempo para digerir um livro, eu gosto de ficar um tempo com os personagens e não só cinco dias.
A minha meta é simplesmente ler mais do que o ano anterior, nem que seja um livro a mais. Cada um deveria estipular suas ambições de acordo com os seus limites, se é que se conhecem a tal ponto.
domingo, 1 de março de 2009
Tem gente que não sabe dar valor
Ela disse "oi, vamos ser amigos?"
Ele só foi educado e respondeu "sim" sem muita emoção.
Ela não ligou "vamos dar tempo ao tempo".
Ela disse "oi, como vai?"
Ele disse "tenho que ir"
Ela não ligou "vamos dar tempo ao tempo".
Ela disse "vamos sair?"
Ele disse "estou sem tempo".
Ela não ligou "vamos dar tempo ao tempo".
Ela parou de perguntar, de falar, "ele vai me procurar", pensou.
Ele não ligou.
Ele só foi educado e respondeu "sim" sem muita emoção.
Ela não ligou "vamos dar tempo ao tempo".
Ela disse "oi, como vai?"
Ele disse "tenho que ir"
Ela não ligou "vamos dar tempo ao tempo".
Ela disse "vamos sair?"
Ele disse "estou sem tempo".
Ela não ligou "vamos dar tempo ao tempo".
Ela parou de perguntar, de falar, "ele vai me procurar", pensou.
Ele não ligou.
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