domingo, 8 de junho de 2008

Eu me sinto feliz quando...

Vejo famílias no shopping
Corro pra gastar energia acumulada
Vou pra faculdade
Saio com a família
Brinco com a Dolly
Deito na cama depois de um dia cansativo
Termino de escrever um texto
Como quando estou com fome
Volto pela ponte quando o sol está se pondo
Faço passeio longo de carro
Forma arco-íris aqui na varanda de casa
Tenho uma boa noite de sono
Tenho a sensação de dever cumprido
Dou boas risadas com os amigos
Fofoco com as amigas
Chega o entardecer
Leio um livro estimulante
Pego o ônibus de volta pra casa

Eu fiquei com vontade de fazer essa lista-poema porque eu estava bastante triste, e pensar no que me faz feliz ajuda a melhorar o humor. Funcionou, já me conformei com o que não deu certo. O nosso dia vai chegar!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Tempos modernos que me afligem

Hoje subindo aquela rampa do IACS eu ouvi um diálogo que pareceu muito surreal. Uma demonstração da desvalorização das relações entre o homem e a mulher, uma brincadeira que a princípio é engraçada, mas eu ri e depois fiquei meio incrédula. Eu não quero parecer ingênua nem nada, mas achei um desrespeito, que nunca ninguém fale assim comigo, senão leva uma porrada.

Menina: Fulaninho hoje tá cheio de tesão!

Menino: Você tá cansada de saber que eu quero te comer, mas você não me dá.

Absurdo.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Muito cabeça pra mim

Comecei hoje de manhã por volta das 10h30 a ler despretensiosamente o texto de Althusser pra amanhã, eu já tinha passado o olho em seu interior e já tinha uma idéia que não seria algo leve, afinal, Marx nunca é leve. Concentrada e marcando passagens sobre formas da reprodução das forças produtivas, meios de produção e força de trabalho, eu já me perguntava o que tudo isso teria a ver com “Análise do Discurso”, aonde o texto será discutido...

E não é que logo depois se segue a seguinte frase:

“A segunda observação é que para dar uma volta somos obrigados a recolocar nossa velha questão: o que é uma sociedade?”

Eu tive que largar a minha lapiseira! Quem em sã consciência tem estômago pra discutir uma questão dessas 10 horas da manhã?!

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Pulso furado

Malditos insetos! Um tempo atrás minha mão inchou toda com umas 6 mordidas de algum ser lá do CMRMC. Hoje morderam meu pulso! Ardeu, inchou, tive até que mudar o relógio de pulso. Aff! (alguém acha que eu estou sem assunto? Bingooo =PPP)

terça-feira, 3 de junho de 2008

Obrigações empilhadas

Ao invés de pensar em algo para escrever no blog, eu deveria estar fazendo outras coisas, como ler a peça de Sartre porque tenho que entregar o livro sexta-feira e nem comecei a ler, tenho que ler e fichar o texto “O autor como produtor” de Walter Benjamin, que deveria ter sido entregue hoje. Tenho que ler o texto do Althusser e do Pêcheux, sendo que eu nem tirei xerox do segundo ainda e tenho que ler o meu texto do seminário, só que esse é só pra daqui a muitas semanas...e eu aqui preocupadíssima em escrever algo inspirado...

domingo, 1 de junho de 2008

Eliminando possibilidades

Quer saber?! Dane-se quem lê o blog! (em resposta à minha postagem de quinta-feira) Desde que eu comecei esse produtivo hobby eu sinto ser minha vida um livro aberto (espero não me arrepender...rs)

O que acontece é o seguinte: costumo viver com algumas possibilidades amorosas, e quando chega um determinado momento em que eu canso das dúvidas eu simplesmente pergunto. Já recebi “nãos” e “sims”.

Eu não gosto de matar o romantismo, eliminar o que poderia ser um desenrolar poético, mas a verdade é que o tempo passa e se eu dependesse de esperar o cara tomar a iniciativa eu ficaria esperando Godot.

Sinceramente eu espero a negativa de minhas três possibilidades porque dois são amigos e o terceiro não me dá muita bola rsrs, mas enfim, o importante é eliminar a dúvida e partir pro próximo.

O Keith me disse que estou fazendo tudo errado, que eu não deveria tomar a iniciativa, mas se fosse assim minha vida não andava...

Pronto. Chega de intimidades por hoje.