Tio Alberto era o irmão mais novo de minha avó paterna, ou seja, meu tio-avô; e era ele o tio que meu pai mais gostava e tinha afinidade, por isso não pude deixar de notar certa emoção da parte do meu pai quando ele relembrou a trajetória de sua vida.
O tio Alberto teria encarnado para especificamente desenvolver uma pesquisa com mais duas pessoas na Terra; ele não tinha se preparado para expiar ou resgatar outras dívidas, por isso sua missão era bem específica. Sua vida encaminhou-se então para o estudo químico que propiciaria o desenvolvimento de tais pesquisas necessárias e combinadas antes dele reencarnar.
Notem agora como o destino não é cristalizado e como depende das escolhas feitas por cada um; não somos bonecos. Enquanto o tio Alberto continuou na linha de pesquisa combinada, os seus colegas de faculdade deslumbraram-se com a carreira e acabaram largando o que tinham começado e que deveria ser desenvolvido. Existe, portanto o livre arbítrio, mesmo que eles não se lembrem do combinado, o espírito sabe, só esquecemos para não interferir nas nossas escolhas que refletem nossa vibração interior que tendem para o bem e para o mal.
Não afirmo aqui que eles tenham feito escolhas ruins, só que as influências aqui são tremendas e não garantem que o combinado seja feito. Na verdade, quase nada do que foi combinado se concretiza, devido a essas variáveis incontroláveis. Nesse sentido, tenho um exemplo.
No caso do Allan Kardec que veio com a missão de desenvolver e propagar a idéia do espiritismo; sabe-se que outros espíritos vêm com missões iguais para caso o combinado não seja seguido; o trabalho do Kardec teve êxito e foi suficiente para os planos superiores. Esta mesma missão tinha Augusto Comte, o de desenvolver o espiritismo, só que os seus estudos acabaram resultando no positivismo, algo que não era exatamente o combinado, mas que contribuiu de qualquer forma para o desenvolvimento.
No caso do tio Alberto, como ele veio especificamente para uma missão e ela não mais seria desenvolvida, ele nada mais tinha o que fazer na Terra, por isso ele desencarnou cedo, com seus 20 e poucos anos em um acidente de ônibus. Como a família frequentava reuniões espíritas, eles acabaram sabendo disso. Ainda tenho mais algumas histórias, acredite no que quiser.
O tio Alberto teria encarnado para especificamente desenvolver uma pesquisa com mais duas pessoas na Terra; ele não tinha se preparado para expiar ou resgatar outras dívidas, por isso sua missão era bem específica. Sua vida encaminhou-se então para o estudo químico que propiciaria o desenvolvimento de tais pesquisas necessárias e combinadas antes dele reencarnar.
Notem agora como o destino não é cristalizado e como depende das escolhas feitas por cada um; não somos bonecos. Enquanto o tio Alberto continuou na linha de pesquisa combinada, os seus colegas de faculdade deslumbraram-se com a carreira e acabaram largando o que tinham começado e que deveria ser desenvolvido. Existe, portanto o livre arbítrio, mesmo que eles não se lembrem do combinado, o espírito sabe, só esquecemos para não interferir nas nossas escolhas que refletem nossa vibração interior que tendem para o bem e para o mal.
Não afirmo aqui que eles tenham feito escolhas ruins, só que as influências aqui são tremendas e não garantem que o combinado seja feito. Na verdade, quase nada do que foi combinado se concretiza, devido a essas variáveis incontroláveis. Nesse sentido, tenho um exemplo.
No caso do Allan Kardec que veio com a missão de desenvolver e propagar a idéia do espiritismo; sabe-se que outros espíritos vêm com missões iguais para caso o combinado não seja seguido; o trabalho do Kardec teve êxito e foi suficiente para os planos superiores. Esta mesma missão tinha Augusto Comte, o de desenvolver o espiritismo, só que os seus estudos acabaram resultando no positivismo, algo que não era exatamente o combinado, mas que contribuiu de qualquer forma para o desenvolvimento.
No caso do tio Alberto, como ele veio especificamente para uma missão e ela não mais seria desenvolvida, ele nada mais tinha o que fazer na Terra, por isso ele desencarnou cedo, com seus 20 e poucos anos em um acidente de ônibus. Como a família frequentava reuniões espíritas, eles acabaram sabendo disso. Ainda tenho mais algumas histórias, acredite no que quiser.
Curiosa história, ainda mais por ser verídica. Durante minhas incursões em religiões estive presente durante um bom tempo num centro espirita na General Roca, no qual o fundador da casa era um antigo participante da Rammatis, ali na tijuca mesmo. Ele com mto tempo de casa decidiu com uns amigos fundar um outro centro já q ele qria (ou foi instruido) a realizar um tratamento espírita que demorasse menos tempo que os aproximados 7 meses da Rammatis, visto que as pessoas (ou melhor, a maioria delas) se desinteressa e acaba nao continuando. A casa prosperou devagarinho e apos um tempo e com ele bem idoso, ele deixou claro para as pessoas de lá que estava lá ainda pq precisava encontrar alguem que gerenciasse o centro após a partida dele, e que apos isso ele já estaria pronto para desencarnar...lhe foi dito isso. Isso de alguma maneira se encaixa na sua história, e nos faz pensar mesmo no nosso trajeto aki e nas consequencias dos nossos atos. No mínimo devemos pensar mais neles...
ResponderExcluirManeiro!
ResponderExcluirVc sabe que adoro essas coisas.
Preciso ler mais! mas é difícil achar livros que me interesse... normalmente são aqueles romances...